Lorenzo narrando
Olho no canto da boate assim como meu homem falou e a encontro facilmente, estava no bar falando com sua amiga, minha irmã Cecília coloca a mão em meus ombros animada:
— Aonde elas estão?
— Ali — aponto com a cabeça e vejo minha presa parar de olhar e se levantar, será que ela achou que Cecília era minha namorada? Sei que não nos parecemos fisicamente, mas eu não tenho culpa que a minha aparência é parecida com a da minha mãe e a dela com o meu pai.
Ando até a área VIP e pego um copo com o melhor whisky, me apoio nas grandes e vejo ela dançando, observo cada detalhe de seu corpo e de seus gestos.
A outra menina começa a fazer uma dança sensual e minha bella ri, sorrio sem perceber e vejo elas conversarem, como eu queria saber o que elas estão falando.
Vejo elas olharem para minha irmã que está encarando a tal Alice há muito tempo, elas comentam algo e depois apontam para mim, meu anjo me olha e sorrio para ela levantando meu copo, ela faz uma cara estranha e começo a sentir o calor da raiva, ela não pode me rejeitar com o olhar.
Eu chamo um dos seguranças com o dedo e ele vem correndo:
— Traga elas duas aqui para cima — ele sai apressado e com seu tamanho abre caminho rapidamente, elas negam e ele vai embora, soco a bancada de pedra a fazendo quebrar no meio, ela não pode me rejeitar.
— CAZZO, non lasciare uscire nessuno! — (p***a, não deixe ninguém sair) grito e quando todos me olham passo as ordens para meus homens, desço com a minha irmã na frente super apressada.
Ela conversa com sua mulher e vejo ela responder que estão indo embora, me apresso para chegar e respondo:
— Nós podemos levar vocês — falo sério e vejo a minha presa prender a respiração com a minha chegada, sorrio internamente por isso, acho que ela sabe que está encrencada.
— Obrigada, mas nós vamos sozinhas — a tal Alice fala teimosa e vejo minha irmã segurando a paciência, se ela for mesmo a mulher da Cecília vai ser engraçado. Encaro a Mia e vejo ela me olhar quase em transe, sua amiga a cutuca e ela parece voltar a respirar.
— Eu insisto, é perigoso andar por aí — falo novamente e a Mia treme.
— É mais perigoso andar com um estranho — a teimosa fala e sai arrastando a amiga, cruzo os braços e encaro a Cecília.
— Eu sei o que você está pensando, vamos pegar o carro — saímos apressados e os seguranças liberam as outras pessoas que estavam presas. Entramos em meu carro e olho para Cecília.
— O que você vai fazer?— questiono agora dando valor ao seu plano
— Você só quer t*****r com aquela mulher, então fica difícil seu i****a — ela fala irritada.
— Não sei se é apenas isso — confesso e ela me olha irritada e enquanto olho para frente evitando seu julgamento, eu não tenho culpa, mas quando a vi fisicamente, tão perto de mim... senti algo diferente, vejo dois homens pressionando duas mulheres que gritam na rua me distraindo dos meus pensamentos.
Reparo bem e vejo que é a minha mulher, p***a sim é ela, ninguém encosta nela além de mim.
Vejo elas darem um choque na barriga dos caras com uma arminha pequena, mas acabam derrubando o instrumento no chão e se atrapalham na própria defesa.
Saio do carro vendo tudo vermelho, retiro uma faca que carrego por segurança e enfio no ombro do homem que as apertava sem nenhum aviso, eu quero corta-lo, em milhôes de pedaços por encostar em miga mulher, elas gritam assustadas e eu soco a cara dele o fazendo cair no chão perdendo sangue:
— Camorra! Me perdõe, senhor — ele fala assustado, com mais medo por perceber quem sou do que está acontecendo agora.
— Você é um homem morto, ninguém encosta no que é meu — falo e bato a sua cabeça no chão fazendo ele apagar, ou morrer. Vejo a minha irmã cortar a garganta do outro cara e as duas mulheres nos olham assustadas.
— CORRE! — A Alice fala e as duas saem correndo, sorrio pela boa caça e corro atrás agora mais animado, vejo barulho de choque e vejo que a Mia pegou de volta o seu aparelho, adoro uma boa competição, e esse prêmio então...
A Alice vira para outra rua e a Cecília corre, me aproximo sorrindo da Mia agora sozinha e totalmente a minha mercê:
— Pode levar a bolsa, mas o celular fica, não saia da p**a que pariu do Brasil para ser assaltada na Itália — a Mia mostra as garras e dou risada por esse pensamento bobo dela, como se eu quisesse apenas isso. Ela joga a bolsa no chão e vai trás recuando com medo. — Pode levar, moço. Vai embora poxa
— Eu não quero isso — ela engole em seco e dou um passo para frente, ela está presa na parede agora e olha flita para sua própria situação.
— Por favor, me deixa ir embora moço — ela chora apavorada.
— Antes eu queria apenas uma noite, bella Mia — faço carinho em sua bochecha macia e limpo as suas lágrimas, mas não param de cair com seu pavor. — Mas você resistiu, você me rejeitou e isso acendeu algo em mim. Eu não sei ainda o que quero com você, mas sei que você tem que ficar perto.
— Eu não fiz nada, me deixa ir, por favor — ela implora e faço barulho negativo com a boca
—vamos — pego na sua mão e a puxo, mas ela não sai do lugar resistindo ao seu destino, desse jeito não vai funcionar, vejo que a seringa com sonífero está na minha calça e pego devagar sem ela ver, mantenho o contato visual a distraindo de meus movimentos
— por favor moço, me deixa ir — ela implora mas sou rapido e injeto o negócio em seu pescoço, ela cai em segundos apenas me olhando com pavor em seu último tempo consciente e a seguro, um dos meus homens aparece correndo e com cara de preocupado, i****a, se eu dependesse desses imbecís estaria fodido
— pegue essa bolsa, e me siga— ando até o carro e a coloco deitada no banco de trás, abaixo o banco para outra caber também a seu lado, aproveito o momento a sós para analisa-la livremente
Sua pele é tão branca e delicada que ja esta roxa no local que houve a injeção:
— perdonami ma non so come farlo bene_ (me perdoe mas não sei como fazer da maneira certa)
Dou um beijo em sua mão e fecho a porta delicadamente, vejo a minha irmã carregando a mulher e corro para ajudar com o peso, sua mulher parece bem favorecida:
_ não encoste na minha mulher cazzo, apenas abra a porta seu i****a_ ela fala grossa e eu bufo, levanto a mão e um dos homens abre a porta para ela, ela ajeita e bate a porta com raiva