Capítulo 142

1015 Palavras

Chegando à porta do laboratório, ela segurou a maçaneta. O coração acelerou. “Calma, é só a Abigail” — pensou, sentindo um aperto no peito. Ela encarou Júnior, a alguns metros de distância, ainda a observando. Empurrou a porta, e o ar químico do ambiente a envolveu. Frascos brilhavam nas prateleiras sob a luz fria. Mas… não havia sinal da amiga. Quando entrou e seguiu ao redor da mesa, afastando-se da porta, seu sangue gelou nas veias. Um movimento à frente, uma sombra que se destacou. Quando seus olhos se ajustaram, viu Rafael parado no meio da sala, encostado à bancada, com um sorriso sombrio nos lábios. Ângela recuou instintivamente, mas ele avançou rápido, fechando a porta atrás dela com um estrondo. — Nem pense em fugir — murmurou, a voz baixa e carregada de ameaça. O corpo dela

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