— Alguém... por favor! — ela tentou, usando o vestido para cobrir o nariz e evitar ao máximo a fumaça. — Alguém... socorro, por favor! — gritava junto com a tosse e as lágrimas que vinham, enquanto segurava a própria barriga em pânico. Seus olhos estavam fechando enquanto o fogo se alastrava, aproximando-se ainda mais dela. — Ângela! — uma voz cortou o caos, forte, urgente, batendo na porta. — Ângela! Ela m*l conseguiu abrir os olhos, o coração acelerado ao perceber que alguém tinha vindo salvá-la. O barulho dos tombos firmes contra a porta ecoava pelo ambiente, e ela tentava se manter acordada até ver vagamente que haviam conseguido arrombá-la. Sentiu braços firmes ao redor de seu corpo, erguendo-a, após alguém jogar um pano por cima de seu rosto, abafando a fumaça que a sufocava. —

