4 - A primeira vez de Lina

2156 Palavras
Lina sentiu a boca do estranho tocar a sua, um beijo que desencadeou uma avalanche de sensações dentro dela. Era como se a profundidade daquela boca a transportasse para uma realidade paralela, um mundo de prazer e excitação que há tempos não experimentava. Nos braços da rotina exaustiva na casa dos Colin, o beijo daquele homem fez seu coração disparar. Com seu corpo levemente exposto, ela absorvia a energia extraordinária que surgia daquele encontro. O toque e o beijo haviam desencadeado uma onda elétrica de emoções. Wolfgang não era um homem comum. Sua energia, sua presença, eram algo incomum e cativante. Lina sentia essa energia pulsante que emanava dele, uma força intensa que a envolvia por completo. Embora rígido em sua postura, Wolfgang demonstrava uma delicadeza singular, revelada na sutileza quase cuidadosa com a qual tocava seus lábios, na profundidade buscada no beijo. Lina, envolvida pela surpresa daquele momento, reconheceu algo intrigante naquele homem: uma dualidade única entre a rigidez e a suavidade. Era como se ele soubesse dosar com maestria esses dois lados opostos, criando uma aura magnética. Os lábios de Wolfgang, por um lado, transmitiam uma firmeza e, por outro, uma suavidade reconfortante. O contraste entre a intensidade do beijo e a delicadeza do toque deixava Lina extasiada, presa na dualidade de sensações que ele despertava. Era um encontro de opostos, uma dança entre a força e a delicadeza, moldando um cenário único no qual Lina se via imersa. O coração acelerado, a mente confusa e os sentidos aguçados culminaram em um turbilhão de emoções, um misto de curiosidade e excitação diante da singularidade daquele homem que, de certa forma, a desafiava a explorar um território desconhecido. Neste breve encontro, Lina pôde vislumbrar nos gestos de Wolfgang uma complexidade cativante, uma dualidade que despertava um fascínio profundo. Cada toque, cada olhar, pareciam revelar camadas ocultas da personalidade daquele homem, despertando em Lina um desejo latente de desvendar mais sobre aquele enigma humano. "O que acha que vai fazer?" A mão dele repousou sobre o seio dela. O corpo pareceu sentir o toque do alfa. Não rebateu. Quis mais. "A lua trouxe nos dois aqui." Os olhos vermelhos sangue encararam o rosto dela. A delicadeza despertou uma sutileza. Wolfgang não se lembrava de quando viu uma mulher tão linda. Era jovem, mas havia um ar maduro o suficiente pra estar com ele. Ele não entendeu, não de começo. Lina ergueu a mão, afastando o toque dele. "Eu não posso, nunca estive com ninguém." Wolfgang quis explicar o motivo daquilo. Quis explicar quem ele era e talvez o engano. Era tão estranho alguém não saber quem ele era. Ainda mais alguém que ele pode sentir a energia tão longe. "Eu sei disso." Boatos disseram que a escolhida para um alfa poderia ser pura e inocente. Contendo uma castidade inigualável. "Você está me olhando como se eu fosse um pedaço de carne." "Estou admirando você." Ele se inclinou, o rosto dele ficou perto do dela. Teve a audácia de beijá-la mais uma vez, dessa vez os olhos dela ganharam o tom azul animal. Lina, confusa e agitada, sentiu suas mãos erguerem-se e segurarem o braço de Wolfgang, como se buscasse um apoio para clarear seus pensamentos tumultuados. Um misto de vozes ecoava em sua mente, como se tivesse duas personalidades distintas travando uma batalha interna, uma dualidade que a consumia. "O que diabos está acontecendo?", questionou ela em voz alta, tentando compreender a confusão que se desenrolava dentro de si. Sentia uma divisão dentro de si mesma, entre sua vontade e um ímpeto selvagem, algo que despertava uma onda de prazer quase insana quando estava perto daquele homem. O aniversário dela era o marco da maldição que a assombrava, e de repente, ela percebeu que não estava mais sozinha. Algo dentro dela se agitava, algo poderoso que parecia ansioso para se libertar. "Deixe-a assumir o controle. Vocês são uma só", as voz dele soavam em um diálogo tranquilo. "Você sabe?", indagou Lina, tentando compreender o que se passava. "Hoje é a primeira vez que você se transforma, não é?", pontuou Wolfgang, erguendo sua mão para afastar mechas de cabelo do rosto dela. Era bem mais velho que ela. Ficou surpreso. "Sim", murmurou ela, enquanto tentava assimilar a avalanche de sensações e descobertas. "Aprenda a encontrar harmonia", aconselhou ele. "É mais fácil dizer do que fazer. Ela está me fazendo sentir demais", confessou Lina, a sensação avassaladora de desejo e instinto que a consumiam. "Esses são os desejos dela. Ela está me reconhecendo. Ela sabe quem eu sou", afirmou Wolfgang, com uma convicção que a surpreendeu. Atônita, ela piscou, processando as palavras dele, seu olhar ainda capturado pelo peitoral forte e pelos olhos intensos que pareciam os de um predador em busca de presa. Lina recordou as palavras sussurradas por sua madrinha e as histórias da realeza da matilha, fazendo-a dar um passo para trás, assustada. "Quem diabos é você?", perguntou, sentindo um calafrio percorrer sua espinha. "Eu sou um alfa", respondeu ele, com uma calma que contrastava com a intensidade que emanava. A revelação ecoou dentro dela como um trovão, desencadeando uma enxurrada de perguntas e medos. Ela se viu diante de uma realidade que ultrapassava os limites do que compreendia como possível. A identidade de Wolfgang e o próprio despertar de algo primitivo dentro dela a deixaram em um turbilhão de emoções, incertezas e uma estranha sensação de pertencimento a um mundo que antes lhe era desconhecido. Ela soube que era alguém maior que ela. "Eu já ouvi falar de você." "Eu nunca ouvi falar da senhorita." "Estou abaixo das falas, sou como uma parede invisível em meio a matilha." "De onde você saiu?" Ela precisou olhar pra lua e depois pra ele. Pareceu que a lua susssurou no ouvido dela. Disse com todas as palavras pra ela se entregar e não falar nada. Dentro dela saiu a mesma coisa. Como se o animal que ela carregava agora tinha poder de escolha. Seu corpo recebeu um arrepio e se sentiu confortável. A mão dela deslizou pelo braço forte dele. Era cheio de tatuagem. Quando ergueu o olhar, teve toda atenção dele. "O que eu tenho que fazer?" "Não é o que você tem que fazer. Mas o que você quer fazer." Ela olhou pra boca dele. A pronúncia, o sotaque. Deixou ela intrigada. "Você não vai me machucar, não é?" "Não costumo machucar aquilo que desejo ardentemente." Ela pareceu ficar na dúvida se aquilo era mesmo verdade. Mas se permitiu. "Eu não esperava encontrar alguém. Muito menos um alfa. O que eu preciso fazer para o senhor?" Domibik tomou uma postura rígida. "Você não precisa fazer nada e nem me chamar de senhor. Apenas relaxe. Eu estou aqui por você." A boca dele deslizou, o beijo entre eles ganharam mais intensidade. Lina não quis rebater ou fazer nada. A mão forte dele a puxou pelo quadril, os dois corpos se encostaram. A mão dele mostrou que sabia o caminho certo. Causando arrepios, ele vasculhou o corpo dela. Viu a pele dela se arrepiar. "Céus, isso é tão bom." Dominik compreendeu a sutileza do toque que depositava no corpo de Lina. Era perceptível que ele era o primeiro a explorar tal i********e, uma constatação que se revelava pela expressão entreaberta nos lábios dela. Suas mãos deslizavam suavemente pela lateral do corpo dela, percorrendo suas curvas, absorvendo a textura da pele. O beijo dele selou aquele momento, conduzindo o corpo de Lina para trás, até que suas costas encontraram o tronco firme de uma árvore. Naquele instante, dois instintos distintos despertaram. Dominik e Lina, envolvidos pela intensidade do momento, sentiram uma conexão que transcendia a mera atração física. O contato intenso fez a respiração de Lina se tornar pesada, e, embora sua consciência alertasse sobre o que estava acontecendo, ela se entregou à sensação avassaladora que os envolvia. Era como se, naquele instante, ela pertencesse àquele momento, ao toque, ao beijo, ao enlace. A experiência era como uma dança entre duas almas, um encontro de desejo e descoberta mútua. A consciência dos gestos ficava em segundo plano diante da força daquele elo, da sintonia visceral que unia os dois naquele instante fugaz. Dominik, ciente da entrega e da intensidade do momento, explorava a pureza e a novidade da conexão. Era uma descoberta mútua, um encontro de peles e desejos que parecia transcender as palavras e os pensamentos. Lina, por sua vez, sentia-se envolvida por uma sensação arrebatadora, como se estivesse sendo levada por uma correnteza de sentimentos e sensações que a despojavam de suas defesas e a conectavam a uma realidade paralela, carregada de paixão e magnetismo. A árvore servia como testemunha silenciosa daquele instante, onde a mente dava lugar ao palpitar acelerado do coração, e o mundo ao redor parecia desvanecer, deixando apenas o toque, o calor e a eletricidade que emanavam daquele encontro. Wolfgang sentiu o m****o ficar duro. O volume ganhou forma e força. Lina sentiu o toque peculiar e teve medo. "Céus, de onde você saiu?" Lina observou a boca dele, a parte avermelhada de tanto beijá-la. A sensação de estar nos braços certos. "Eu nunca fiz nada," falou, envergonhada. "Com homem nenhum." "Além de homem eu sou seu alfa, então acho que podemos fazer isso." Houve um sorriso fugaz. Algo que preencheu o peito dela de expectativa, o que era estranho, ela nunca teve expectativa com ninguém assim. "O que vai fazer comigo?" "Eu quero comer você." Lina sentiu a boca seca, a boca dele deslizou pelo pescoço dela e mordeu a carne. Ela precisou fechar os olhos com força. "Não me machuca." As mãos de Wolfgang se ergueram, apenas pra segurar o rosto dela. Acariciou a bochecha e dedilhou os lábios finos e bonitos. "Eu não vou machucá-la." Como um ritual, Dominik envolveu a garota. Como uma dança silenciosa. As mãos dele puxaram ela pra cima, as pernas dela se envolveram no quadril dele. O p*u dele pode sentir o contato com a i********e dela. Estava duro e forte. Ele quis ser mais paciente e observá-la, explorar o as pernas dela, o meio delas e tocar cada pedaço. A mão ágil segurou o m****o roliço e colocou na entrada apertada que ela tinha. Ele sentiu a b****a na ponta do seu p*u. Ele rangeu os dentes. Lina viu-se obrigada a segurar-se nos ombros de Dominik para evitar desfalecer diante da intensidade avassaladora que tomava conta dela. Seu corpo, estranhamente, relaxava sem que ela fizesse qualquer esforço consciente. A ligação entre ela e o alfa era algo surreal, transcendendo os limites do entendimento. A profundidade da conexão entre ambos era algo inédito, um fenômeno que os envolvia de maneira única naquele momento. Dominik, por sua vez, encontrava-se surpreso. Não previra que seria dessa forma com uma Escolhida. A energia, a áurea s****l que emanava dali, convergiam em uma intensidade que o deixava perplexo. Lina se via imersa em um estado de a******a e entrega que a surpreendia. Ela sentia a força inerente a um alfa, mas ainda não havia compreendido plenamente seu papel como Escolhida, alguém destinado a ocupar um lugar ao lado de um alfa. A compreensão total de seu potencial ainda escapava de sua percepção, mas ela respeitava e depositava sua confiança no homem que se encontrava à sua frente. Havia algo na presença de Dominik que a acalmava, que fazia com que ela acreditasse na direção que aquela conexão poderia levá-los. A percepção daquela energia intensa, entrelaçada em uma dança de instintos e magnetismo, preenchia o espaço entre eles, criando um vínculo que transcendia as palavras e os gestos. Era como se estivessem em sintonia, ecoando um chamado ancestral que, embora novo para Lina, parecia pulsar há tempos naquele encontro inesperado. Dominik se enfiou dentro dela. Aos poucos foi invadindo a i********e dela. Lina escondeu seu rosto pra esconder a dor que sentiu. Pareceu que havia uma lâmina entrando no meio das suas pernas. Ela nem teve coragem de olhar pra baixo. Quando ele estava todo dentro dela, ele não se mexeu. Sentiu o corpo tenso e esperou ela relaxar. "Olha pra mim." Lina fez o que ele pediu. O olhar se encontrar. "Eu nunca tinha feito isso. Não se mexa." "Vou deixá-la se acostumar. Não tenha medo. Vai gostar disso." A i********e nem era questionada. Nem a inocência dela. Wolfgang se moveu dentro dela, somente aí o movimento e o sexo aconteceu. Movimentos lentos e devagar. Ele teve cuidado com ela. Pareceu sentir a inocência dela se desfazendo no meio das pernas dela. Pode sentir o véu dela se romper com seu p*u se movendo dentro dela. Ele tirou a virgindade dela. Lina teve a sua primeira vez. A dor era insuportável, o que sentia dentro dela acalmava seu corpo. Sentiu o primeiro espasmo e apenas teve seu corpo relaxado. Quando Dominik percebeu, ele continuou. Era a noite deles. Ele não iria parar até fazê-la sentir o prazer e satisfazê-la. Diante a lua, eles tiveram a primeira noite deles.
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