Continuação… Isabel Aquele maldito rosto se veriou para onde estava, mas seus olhos escuro.s ainda se encontravam cerrados. Apertava as pálpebras com tanta força que daqui podia sentir sua dor, e ela me dava conforto pois sabia que ele podia deixar de existir apenas usando minhas mãos. O olhei com odi.o, sentindo como se ele fosse a minha marionete, e que podia machucá-lo o quanto quisesse. A sensação era inebriante, e não me assustava nem um pouco. Pessoas como ele não deviam existir nesse mundo. Esse maldito sequestrou uma mulher, a fez de escrava, e a privou do seu próprio filho. A adrenalina me subia, dominando cada sentido meu. Sentia que o meu tempo estava acabando, até que antes da porta ser aberta, soltei aquilo com raiva, vendo ele se aliviar na própria cama. O colchão ficando

