Capítulo 30

1284 Palavras

Continuação… Isabel Aquele maldito rosto se veriou para onde estava, mas seus olhos escuro.s ainda se encontravam cerrados. Apertava as pálpebras com tanta força que daqui podia sentir sua dor, e ela me dava conforto pois sabia que ele podia deixar de existir apenas usando minhas mãos. O olhei com odi.o, sentindo como se ele fosse a minha marionete, e que podia machucá-lo o quanto quisesse. A sensação era inebriante, e não me assustava nem um pouco. Pessoas como ele não deviam existir nesse mundo. Esse maldito sequestrou uma mulher, a fez de escrava, e a privou do seu próprio filho. A adrenalina me subia, dominando cada sentido meu. Sentia que o meu tempo estava acabando, até que antes da porta ser aberta, soltei aquilo com raiva, vendo ele se aliviar na própria cama. O colchão ficando

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