Capítulo 172

402 Palavras

O carro cantou pneu quando Alessandra parou em frente ao prédio de Gabriel. Ela não se importou em estacionar direito, simplesmente largou o conversível na primeira vaga que viu e correu para a entrada. O porteiro, reconhecendo-a, liberou a catraca sem fazer perguntas, o rosto chocado com a urgência dela. Ela não esperou o elevador. Subiu as escadas de dois em dois degraus, o coração martelando em seus ouvidos, a respiração queimando em seus pulmões. Cada andar era uma tortura. Quando finalmente chegou ao corredor dele, estava sem fôlego. A porta do apartamento estava entreaberta. Um calafrio de pavor percorreu sua espinha. Ela a empurrou. O lugar era um retrato do desespero. Garrafas de uísque vazias sobre a mesa de centro, pratos sujos na pia, as cortinas fechadas, mergulhando tudo e

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