PESADELO É difícil descrever a experiência que vivi; foi como um pesadelo e um sonho ao mesmo tempo. O impacto que senti ao rever a Cristina não pode ser comparado a nada. Senti uma mistura de dor e emoção: alegria por tê-la novamente diante de mim, mas dor por saber que ela retornou apenas agora. Eu não poderia ter baixado a guarda; naquele momento, parecia que só existia Heitor, não o pesadelo. Isso me deixou vulnerável a ponto de ser atingido por dois tiro. Ali percebi que eu pesadelo, a quem sempre considerei implacável, na verdade tem um ponto fraco: Cristina. Estar em uma cama de hospital me deixava louco e eu queria meter o louco e sair dessa p***a. Queria sair por aí na minha moto e imaginar que era apenas mais um dos pesadelos que eu tive. Eu sempre desejei que ela volta

