Celine estava bicuda e totalmente desgostosa. Bufou de desgosto, cruzou os braços em desaprovação e esticou a ponta dos pés sobre o corpo caído. Ela podia jurar que o lenhador estava para cumprir todas as barbaridades que ditou durante a bebedeira, mas cá estava ele, caído feito um porco abatido e entupido de um destilado pesado. O lenhador sentou na cama falando algumas barbáries, mas terminou a beijar o chão durante um soluço e outro. E agora, pobre Celine, não teria pirulitos gigantes para sua sobremesa. — O que houve?! — Bart abriu a porta em preocupação, invadiu a privacidade dos dois e olhou a cena do lenhador caído, de rosto ralado ao tablado seco. Devagar, a porta foi sutilmente empurrada, trazendo consigo a imagem de Marduk e um olhar cuidadoso para Bart. — Sorte que o bêbado

