Sob a luz do luar claro, o frio da noite e a brisa noturna, alguma coisa fez Celine abrir os olhos entremeio aos roncos de Hanoar. Sorrateiramente, ela afinou as pálpebras e forçou a vista enquanto movia o pescoço para tentar enxergar através da penumbra noturna, e deparou-se com um rosto esbranquiçado, um corpo miúdo e um movimento vagaroso. Alguém saiu do quarto, movendo a porta de forma tão lenta, quantos os passos silenciosos que dera para fugir. Assim que o amadeirado da porta soou o barulho da fechadura, Hanoar moveu-se com o som, enquanto Celina esperava que o homem acordasse para averiguar o ocorrido. Ela não sentiu medo, mas estranhou o corrido e Hanoar não acordou. E para se certificar do que estava acontecendo, Celine olhou ao redor, encontrou sobre a cômoda um lampadário de ó

