— Ei, não seja um e******o grosseiro! — interviu Bartolomeu — O lenhador pode ter dois metros, ainda terá de ver como falas com minha irmã! Não a faça chorar, a menina só estava distraída, oras. — Irmão? — Bravo não mencionou como engoliu duro ao ver as mãos miúdas e o rosto sujo de farinha se acolher no peito do rapazote. No mínimo, achou que ela encontrara um maldito inútil para enfiar em suas pernas. Gostos, que nunca ia entender como funcionava. Maldita cabeça feminina! No entanto, ao mencionar ser irmão da garota, repreendeu seus próprios pensamentos. Estava acostumado com rameiras, e confundiu a muda com seu inescrupuloso destino. — Você é o rapaz dos porcos? — perguntou ao rapazote. — Não mais. — O jovem o privou dos detalhes, uma vez que sabia que estava sendo acusado de se deit

