A caneca fumegante bateu quente contra a madeira pesada da mesa de jantar e Bartolomeu estava mais do que grato em não se demorar na estrada, pois estava debaixo de um teto e melhor ainda, com um líquido quente para sorver. Ira, irmão de Bravo, lhe entregou o objeto sob um olhar cuidadoso, enquanto Hanoar retirava o casaco e se aproximava do fogão ainda acesso. Não havia riquezas dentro da casa. Era um acomodado grande, mas simples, e sujo. Não que Bartolomeu reparasse em descuidos sobre higiene, mas sabia que a família de Bravo provinha de muitos homens na árvore genealógica. E, por experiência própria, sabia que quem guiava o homem para o caminho do impecável, era a mulher. Algo ausente na família do montanhês. — Desculpe me intrometer, mas não deverias estar dormindo? Eu achava que

