Bravo fechou o semblante, levantou-se disposto a surrar Bartolomeu, mas foi contido pelo olhar cuidadoso de Ira que, por não estar bêbado, se vinha o mais racional possível. Quando o rapazote se pôs vacilante para trás, Ira veio a se levantar rapidamente, antes das mãos do irmão alcançar o colarinho de Bartolomeu. — Não interfira! — rosnou Bravo. — Está tão bêbado que nem acertou o rumo do pescoço do garoto. — Ira sorriu — Encoste o maldito traseiro na cadeira, eu estou interessado no assunto. Cuide do seu orgulho pela manhã com sua ressaca. — Eu prefiro ir embora. — interrompeu Bartolomeu, com certa indignação. — Então eu acredito que não era necessário caminhar as trilhas a esta hora. Tem certeza de que isso não tem importância para você? — Bartolomeu se viu pensativo aos argumentos

