Bravo havia acabado de se enfiar numa das rameiras de Gerard. Se enfiou muito bem, aliás. Mas de todos os desencontros da vida, não imaginava que o objeto de sua tentação estaria ao dispôr e entregue em suas mãos, com tamanha facilidade. Ele já havia visto a diminuta criatura bonita naquele rio, de saias amarradas durante seu trabalho, num lampejo de necessidade em dar água ao cavalo enquanto caçava cervos para se alimentar. Tivera rompantes com sua visão, tendo a menina em sua vista muito mais vezes do que pudera contabilizar. Se estivesse sóbrio escorraçaria o rapaz e talvez o fizesse pela manhã, mas assim, podre de bêbado, estava acometido pelo desejo. Aceitara o absurdo apenas tomado pelas imagens que tinha ao supor as curvas da bela moça, sendo sua. E já se via desejoso de novo. Jurou

