capítulo 02

1959 Palavras
IMPERADOR MT- eai viado é bom ficar de plantão de madrugada né?- ele fala entrando na sala imperador- é ótimo meu humor só melhora, quero fazer as cobranças hoje- falo e ele fica meio estranho MT- de quem vai cobrar? imperador- de todos que devem, por último quero deixar o Fernando, aquele filho da p**a não perde por esperar.- ele só concorda com a cabeça e senta na mesa dele, ficamos ali até a hora do almoço resolvendo as paradas da carga de mercadoria que vai chegar. imperador- bora colar lá na lanchonete do seu demar? MT- bora mais tu nunca vai lá estranho isso em- ele fala rindo já sabendo que tem mulher na área imperador- tem um tempo que tô querendo ir lá os menor tão dizendo que tem uma morena lá só o ouro e eu vou dar uma conferida né MT- não acho que ela te dê moral, ela é diferente das outras imperador- eu sei que é por isso vou lá, gosto de uma mulher difícil - falo sorrindo e ele me olha confuso MT- tava vigiando a mina? imperador- e eu lá tenho cara de quem fica vigiando alguém MT? ainda mais mulher eu tenho a que eu quero e quando eu quero, eu só passei no serviço dela algumas vezes e vi ela mais a mina nem me viu MT- sei, bora lá logo eu tô na larica danada - confirmo com a cabeça e fomos até a lanchonete, que na verdade se eu tivesse ficado na p***a da boca eu estaria mais tranquilo, o que essas diaba tem de gostosa ela tem de marrenta odeio que a pessoas me enfrenta e ela tem sorte de ainda estar viva. Saio da lanchonete e vou pra boca pra pegar a lista de quem me deve preciso descontar essa raiva em quem merece. MT- eu te falei que ela não era como as outras imperador- se fuder já foi hoje MT?- pergunto e ele da risada MT- vamos lá fazer as cobranças antes que o senhor mau humorado queira matar a mim- não falo mais nada e saio da sala indo pra minha moto pra ir na casa dos noia. Quando está dando quase seis e meia saio da última casa da cobrança imperador- onde é a casa do filho da p**a do Fernando? MT- é nas rua debaixo imperador- bora lá- falo e aceleramos as motos indo na direção da casa do filho da p**a, já chego arrombando a porta o filho da p**a tenta correr mais o MT é mais rápido e pega ele pela camisa imperador- cadê meu dinheiro filho da p**a? Fernando- eu não juntei ainda imperador eu tô esperando minha filha trazer eu juro que vou pagar MT- larga de ser s*******o Fernando a Lorena não dá conta de pagar essa p***a não, tu vai morrer desgraçado Fernando- não me mata por favor- ele fala chorando - eu vou pagar- eu me agacho enfrente ele imperador- e como você pretende me pagar? já que nem dinheiro você tem seu merda. Fernando - leva a Lorena ela vai servi você como pagamento pode ficar com ela- me levanto no ódio e destravo a minha arma colocando em sua cabeça. imperador- você é um merda, sua filha vai ficar feliz de te ver morto - quanto eu vou atirar a mulher da lanchonete aparece na porta com um cara de assustada, o MT já n**a a cabeça por que sabe que eu já tô na mira dela. Fernando- é ela - ele fala e eu penso analisando ela. lorena- sou eu o que Fernando?- pergunta mais ninguem a responde o MT continua negando com a cabeça pra mim, eu do um sorrisinho de lado, vai ser ótimo domar essa mulher pra mim. imperador- aceito o pagamento lorena- que pagamento, tá ficando louco Fernando? MT- Lorena segura a língua caralho Lorena- se não o que? vai me matar? imperador- ele não, mais eu sim é bom ficar na linha- ela me olha e desvia o olhar pro Fernando lorena- tá satisfeito Fernando? agora eu quero ver quem vai pagar essas porcarias sua, hoje você se livrou do imperador por que vendeu a p***a da sua filha para um traficante de merda, enquanto ontem eu saí debaixo de chuva pra te livra dele filho da p**a espero que você vá pro inferno - ela fala e sai pra fora de casa imperador- fica de olho nela MT se ela fugir eu cobro é de tu- falo e ele n**a com a cabeça indo atrás dela imperador- eu não quero te ver mais nesse morro pega o pouco que ainda te resta e vaza daqui .- falo e meto um chute na sua cabeça, ele bate a cabeça no chão, saio da casa e o MT mais a mandada estão sentados na calçada, vou na direção da minha moto imperador- sobe logo Lorena- falo pra ela que só levanta da calçada e monta na moto, mais a mandada nem se quer se apoia em mim, subo o morro em alta velocidade até chegar em casa ela desce da moto e fica em pé me esperando imperador- vem logo - falo e ela não me responde naty- esqueceu que tem casa Breno? imperador- cala a boca Natália não tô com paciência lorena- isso ela já percebeu - fala entrando na minha frente naty- isso já é demais Breno vai comer essa p**a lá nas suas casa aqui não - ela fala e vejo a Lorena com um olhar mortal pra ela lorena- p**a só se for você ou sua mãe garota, me respeita que nem aqui eu queria está- ela fala e vira pra mim- aonde eu vou ficar? imperador- da próxima vez que você xingar ou a minha irmã ou a minha mãe.- nem termino de falar e ela já abre a boca. Lorena- você me mata? - ela fala me interrompendo e da um sorriso de lado- novidade, se você acha que eu vou abaixar a cabeça pra você imperador está muito enganado, você não sabe com o tipo de mulher que voce está mexendo, você até pode ter me comprado mais eu jamais vou ser obediente a você, assim que a dívida for quitada eu tô vazando daqui-vou na sua direção e aperto seu queixo, ela não demonstra nenhuma reação e me encara, essa diaba vai tirar meu juízo ainda. imperador- é bom ficar na linha Lorena, não tô de brincadeira pro teu lado não filha da p**a - falo e jogo ela no chão, Natália me olha com espanto e estende a mão pra Lorena que recusa e se levanta sozinha. naty- tá ficando louco Breno? desde quando o crime apoia tráfico humano? imperador-não se mete nos meus negócios não Natália - pego a Lorena pelo braço e jogo ela no meu quarto a trancando lá. naty- vai deixar ela presa? imperador- se tiver achando r**m pode ficar lá com ela - falo saindo de casa e indo pra uma das minhas casa onde fico com essas putas do morro, vou pro andar de cima e puxo minha verdinha. Desde pequeno sou agitado, não aguento ficar parado não, acho que por isso que quando vi uma brecha de entra pro crime eu já tava dentro. Eu e o MT somos amigos desde os dez anos, hoje em dia eu tenho vinte e três e ele vinte dois, quando os pais dele morreu ele veio morar com a gente na época ele tinha uns doze anos de idade, e desde então a gente virou família memo, tamo junto pra tudo, aquele moleke virou meu irmão, nem sei o que seria de mim se algum dia eu perdesse ele ou minha irmã. Eu e o MT sempre correu pelo certo, mais quando meus pais faleceram eu vi tudo desmoronar na minha frente, não tinha emprego e só tinha quinze anos minha irmã tinha dez anos, eu e o MT não tinha muita escolha já que as portas de emprego nunca se abriria pra duas crianças, só tínhamos duas opções ou nois morria de fome ou nos mandariam pro orfanato. Não tivemos muita escolha por isso escolhemos entra pro crime, no início foi difícil ter que matar pessoas aquilo mexeu legal com a minha cabeça mais com o tempo fui me acostumando e sempre subindo de cargo. Pitbull o antigo dono do morro foi pegando confiança em mim e no MT, quando o Jr morreu ele já me colocou junto com ele pra comandar o morro, tudo que eu sei hoje foi ele quem me ensinou, depois que ele morreu eu e o MT começou a comandar já sofremos várias invasão mais sempre saímos bem. Hoje em dia o que não falta é dinheiro e mulher pra nois, aonde a gente passa as paty e as p**a tudo cola toda mulher que eu quero eu tenho não vai ser diferente com a Lorena, ela tem aquela marra dela mais eu tiro ela com dois tempo, não bato em mulher, mais a Lorena me tira do sério quando vi já tinha batido, eu abomino o estrupo aqui e********r não tem vez a lei da favela é só uma estrupou uma mulher morre da pior forma. Termino de puxar minha verdinha e me bate maior fome, aqui eu nem deixo comida, por que a única coisa que eu faço aqui é comer minhas putas e vazar, mais hoje não quero nem graça com essas p***a. Saio da casa e vou pra minha casa mesmo, quando vejo a Naty no sofá já sei que vai me encher a p***a do meu saco. naty- até que enfim chegou, pode me explicar o que está acontecendo? imperador- não tá acontecendo nada Natália não vem me tontear não.- falo e vou pra cozinha comer alguma coisa, vejo que a dona Marly já deixou a janta pronta e arrumo no prato pra mim comer naty- por que trouxe ela? na verdade desde quando você compra mulher? imperador- que p***a Natália vai cuidar da sua vida caralho naty- você gostaria que fosse eu no lugar dela Breno? c*****o você bateu na menina sem motivo, desde quando você virou agressor? imperador- foi pelo impulso Natália vaza daqui depois eu explico direito, agora tô sem paciência e eu quero comer- falo e ela sai, a Naty é minha melhor amiga e a única mulher que eu amo, a gente sempre teve uma boa convivência, mais quando ela vê que eu realmente não tô pra brincadeira ela não insiste muito no assunto. Termino de comer e subo pro quarto, vejo a Lorena na sacada olhando pro nada. imperador- tá fazendo o que?- falo e ela se vira pra me olhar lorena- tô fazendo crochê não tá vendo?- eu olho pra ela que me olha com deboche e vira de costas pra mim, aproximo dela e enrolo seu cabelo em minha mão e colo seu corpo ao meu, coloco minha boca em seu ouvido. imperador- é melhor você aprender a guarda essa língua dentro da boca, não tô pra brincadeira com você Lorena - falo e sinto o seu corpo se arrepiar com o meu toque, mordo a orelha dela devagar machuca-la e ela se afasta me dando um chute na minha parte íntima, com a dor eu me agacho no chão soltando seu cabelo. imperador- filha da p**a, eu vou te matar sua demônia- ela se agacha olhando na minha cara Lorena- isso é o que eu mais quero, mais sei que você não irá fazer isso, já te falei imperador que você não sabe com que tá mexendo, não tenho medo de você. imperador- eu tô pegando muito leve com você, a partir de agora você vai saber com que está lidando garota.
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