Capítulo 58. Comendo a loirinha

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Nëgão Sempre tive um fraco por loirinhas pequenas. Aquelas minhas frágeis, que cabem na mão, que a gente pega no colo e parece que vai quebrar. Mas ao mesmo tempo, adoro ver o contraste: eu, n***o de 1,90, 90 quilos de puro músculo, e uma loirinha minúscula embaixo de mim. Conheci a Júlia na academia, ela tava no aparelho ao lado, toda concentrada, fone no ouvido. Pequena, devia ter 1,55 no máximo, loira dos olhos verdes, cabelo comprido preso num coque. Corpo magro, delicado, mas com uma bundinha redonda que chamava atenção no short de lycra. Fiquei olhando, ela percebeu, sorriu. Puxei conversa no bebedouro. Descobri que ela tinha 24 anos, era estudante de nutrição, e morava sozinha. A gente trocou i********:, começou a conversar. Em uma semana, já tava marcando de vir aqui em casa.

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