O sol da tarde batia forte no asfalto da estrada deserta, mas dentro do SUV o ar-condicionado no máximo não dava conta de esfriar o clima. Sou o Hugo, um cara de quase dois metros, costas largas de quem vive puxando ferro e uma barba que a minha namorada, a Manu, adora sentir arranhando a pele dela. Manu é aquele tipo de mulher que parece um anestésico para os meus sentidos: baixinha, curvas no lugar certo e um olhar que promete o paraíso e o inferno na mesma frase. Estávamos voltando de um fim de semana na serra e a estrada estava vazia, um convite ao perigo. Manu estava no banco do carona, usando um shortinho jeans minúsculo e uma regata branca que deixava bem claro que ela não estava usando sutiã. Cada vez que eu trocava a marcha, minha mão "esbarrava" na coxa dela, e o sorriso que ela

