O médico apareceu logo em seguida com a alta nas mãos e algumas instruções, caso eu voltasse a sentir as dores. Falou com calma, explicou o necessário e, depois de me desejou melhoras, saiu do quarto. Fiquei ali por alguns segundos, observando a porta se fechar e sentindo o peso de tudo que estava acontecendo. A possibilidade de descobrir mais alguma coisa sobre o que fizeram comigo me deixava aflita — E, ao mesmo tempo, estranhamente esperançosa. Será que aquele homem que apareceu me batendo no flash que tive, tem alguma ligação direta comigo? Essas são perguntas que só o tempo — E talvez as câmeras do Caio — Vão poder responder. Saímos do hospital, e por um instante achei que finalmente teria um pouco de paz. Mas bastou entrarmos no carro para o telefone do Caio começar a tocar de n

