Baekhyun POV
Mesmo com o Yeollie estragando a surpresa, a festa foi bem legal, ele até me deixou beber uma taça de vinho como comemoração, eu gostei bastante, mas sabe... Eu não sentia falta de beber, graças ao meu Yeollie.
Depois daquelas risadas exageradas do Luhan, ele até me ajudou com alguns preparativos para agradar o Channie nessa noite e... Ter o que eu quero.
(...)
Nós cantamos parabéns e comemos o bolo – claro que o primeiro pedaço foi pra mim – e depois demos os nossos presentes para ele. Eu dei uma correntinha com duas das fotos que tiramos aquela semana, uma com nós dois e outra os quatro, Sehun uma camisa e alguns acessórios que o Channie gostou quando foram ao shopping e Luhan um livro do Stephen King, A dança da morte, e acertou em cheio, já que era um dos escritores favoritos do Yeollie e um livro que ele ainda não tinha.
Eu estava lavando a louça enquanto Chanyeol tomava banho, espero que ele não esteja cansado. Luhan e Sehun saíram e vão passar a noite fora, espero poder aproveitar bem esse tempo.
(...)
Quando cheguei ao quarto Chanyeol estava sentado na cama lendo seu novo livro.
— Yeollie... Eu vou tomar banho. Me espere acordado. ok? – dito isso fui para o banheiro.
Tomei um banho bem relaxante, passei um óleo no meu corpo para deixar a pela macia e cheirosa. Coloquei uma boxer preta bem colada ao meu corpo – destacando bem minha b***a e coxas fartas – fiz um delineado fino nos olhos com delineador preto, coloquei uma tiarinha com orelhas de gato – também preta – e peguei um chicote e algemas.
Saí do banheiro e fiquei encostado no batente da porta, batendo com o chicote na palma da minha mão esquerda.
— Me disseram que tem um menino mau de aniversário hoje... Ele merece presente? – disse com a voz rouca e baixinha.
Chanyeol desviou os olhos do livro para ficar me admirando, seus olhos iam de cima a baixo, fitando meu corpo, sua língua passava pelos seus lábios e ele mordeu o inferior levando a mão até seu próprio m****o, o apertando.
Me senti muito contente em ter o e******o só com isso.
— Acho que merece sim!
— Hmm... Eu vou ver se merece mesmo! Ele tem que ser muito obediente. Sabe o que acontece com meninos que desobedecem? – disse passando o chicote em sua pele, fazendo um contorno de seu pescoço a seus braços.
— Não, o que acontece?
— Eles apanham. – bati com o chicote, sem muita força, em sua perna. – Mas os meninos bonzinhos ganham presentinhos.
— Eu vou ser um menino bonzinho. Prometo! – disse fazendo bico.
— Então tira a roupa e deita na cama. – odenei.
Ele rapidamente atendeu meu pedido. Não importava quantas vezes o visse nu, eu sempre ia amar essa visão e dizer que ele era o homem mais lindo que eu já havia visto.
Quando Chanyeol se sentou novamente na cama, eu o algemei na cabeceira desta e subi sobre seu corpo, sentando em seu baixo ventre e comecei a dar lentas reboladas.
— Hmm... Isso é tortura.
— Ah, mas tem que provar que é um menino bom, como eu posso ter certeza sem testar antes, uh? – disse passando o chicote em seu peito e dando chicotadas abaixo do seu umbigo, com certeza ficariam algumas marcas amanhã.
Comecei a passar minha língua por seu pescoço, mordia e chupava toda aquela área, meus movimentos eram tremendamente lentos e torturantes, eu queria o deixar louco, e sabia que estava conseguindo, pois sentia seu pênis úmido tocando minhas coxas.
Desci com as caricias até chegar aos seus m*****s e começar a chupa-los, seu quadril se impulsionava para cima, como se estivesse me estocando, e ele gemia alto, chupei seus m*****s até que eles ficassem vermelhos e meio inchados pela força que utilizei.
— Por favor, me solta, eu vou ser bonzinho.
— Hmm... Mas não pode me tocar. Você consegue não me tocar? – sussurrei em seu ouvido mordendo seu lóbulo em seguida.
— A-acho que consigo.
Soltei-o das algemas e continuei com as carícias, raspei meus dentes por sua epiderme quente até chegar a seu m****o.
Passei a língua por toda a extensão de seu pênis que pingava pré-g**o. Dei uma leve chupada na glande e tirei da boca novamente. Suas mãos apertavam os lençóis com força e seus olhos não se desprenderam de mim em momento algum.
Comecei a chupar seu m****o com vontade, o colocava por completo na boca, dava fortes sugadas e o tirava, lábia e voltava a engolir, Chanyeol se remexia na cama gemendo alto.
Suas mãos iam ao ar quase me tocando, passavam pelo seu próprio corpo e depois voltava a agarrar os lençóis com ainda mais força. Seu corpo tremia e suava pela excitação.
— Não pode gozar até eu dizer que pode, tem que aguentar. – falei e voltei com as sugadas.
— A-AH, MEU DEUS! E-eu não sei se consigo, hmm...
Tirei seu m****o da minha boca e novamente o lambi, mas dessa vez descendo um pouco mais e engolindo seus testículos enquanto masturbava seu m****o. Sentia seu corpo tremer com a vontade de gozar, pressionei sua f***a com o polegar o impedindo.
Eu não conseguia nem medir o t***o que sentia nesse momento, minha boxer estava completamente molhada.
Coloquei suas pernas sobre meus ombros e fui fazendo um caminho com a língua até chegar a sua entrada, comecei a passar a língua por ali, lamber e chupar. Ele gritava de prazer, aquela voz grossa estava me deixando cada vez mais louco.
Peguei o lubrificante e passei em meus dedos, começandoi a adentrar o primeiro, seus olhos se fecharam com força e ele parecia ter prendido o ar. Eu sabia como era o desconforto, esperei até que seu corpo estivesse mais relaxado e comecei a movimentar meu dedo, fazia um lento vai e vem, quando o senti um pouco mais confortável coloquei o segundo e logo depois o terceiro, ele demorou uns bons minutos para se sentir confortável, mas quando sentiu começou a rebolar sobre os meus dedos, voltando a gemer.
— O que você quer Yeollie? – perguntei sorrindo e lambendo seus testículos.
— A-ah, po-por favor, não me faz dizer isso... Hmm
— Me diz, eu sei que quer.
— E-Eu... Eu... Quero...
— O quê?
— p***a! Eu quero que me f**a!
— Ah, agora sim! – disse sorrindo.
Tirei meus dedos de dentro dele, me levantei da cama para tirar a minha boxer, melequei meu m****o com o lubrificante, estremecendo com o contato, me masturbei um pouco espalhando o liquido e me posicionei entre as pernas de Chanyeol.
O adentrei aos poucos, devagar, dando um tempo para ele se acostumar quando estava completamente dentro. Comecei a ondular meu quadril o vendo arfar.
— Já pode me tocar.
Sua mãos vieram direto para minha nuca me puxando para um beijo ardente, nossas línguas se chocavam invadindo a boca alheia. Apoiei-me com os cotovelos no colchão pra ficar mais próximo de si.
Suas pernas se afastaram mais me recebendo melhor, meus movimentos foram ficando cada vez mais rápidos, até que tivemos que parar os beijos para gemer, estávamos com as respirações falhas. Ele gemia em meu ouvido e arranha minhas costas. Suas mãos rumaram para minha b***a e apertaram com força me impulsionando para que me enterrasse ainda mais nele.
Não consegui evitar rir.
— O-o que foi?
— Você não queria me dar e agora ta quase implorando pra ser fodido!
— Não é isso, eu só quero gozar.
— Sei!
Comecei a fazer movimentos cada vez mais rápidos, ele começou a se masturbar – eu não fiz isso por ele porque não conseguia me concentrar em duas coisas, ainda mais quando a primeira era uma sensação maravilhosa e entorpecente – com mais algumas estocadas rápidas e fundas gozamos alto com o prazer.
Sai de dentro do seu corpo e me joguei na cama, demorou uns cinco minutos até que nossas respirações estivessem normalizadas.
— Isso foi muito bom!
— É, até que foi legal.
— Admiti que gostou, Chanyeol. – disse rindo.
— Eu fui um bom menino, não fui?
— Foi sim.
— Quero minha recompensa.
Ele sorriu e subiu sobre meu corpo, podia sentir seu m****o ganhar vida entre minhas coxas. Ele não tinha jeito, minha noite seria muito longa e prazerosa.
O beijei e começamos tudo outra vez.
(...)
— Como foi a noite? – perguntou Luhan que estava entrando na cozinha onde eu estava fazendo o café.
— Foi boa. – respondi simplista.
Sentamo-nos à mesa para tomar café e não demorou muito para que o Yeollie viesse com Sehun logo atrás.
— Hm... Channie, acho que você está andando meio estranho? Se machucou?
— Vai à merda, Luhan!
— Hmm, parece que alguém ainda tá m*l humorado, precisa dar mais. – Luhan começou a rir como um i****a, eu não sei porque ele gosta tanto de fazer essas brincadeiras.
— Luhan! – repreendi.
(...)
Mais tarde fizemos as mesmas coisas que quase todos os domingos – muito frios e chuvosos – fazemos, almoçamos e passamos a tarde vendo filmes e séries deitados nos sofás.
Eu acho incrível a falta de vergonha que Luhan tem, ele quase come o Sehun, ali, bem na nossa frente. Eu conheço bem o Luhan, eu não sei se ele faz isso por causa do Chanyeol ou o próprio Sehun, mas eu sei que ele não é assim de verdade, bom, não tão assim. Ele tem uma parte dele que poucos têm o prazer e a honra de conhecer, e me orgulho muito de ser um desses poucos.
Choi não gostava do Luhan, nem sei o porquê, eles m*l se viram, foi uma vez e por uns cinco minutos. Tudo que um sabia sobre o outro era o que eu contava, então eu não entendo. Eu sei que o Luhan nunca gostou muito do Choi pelas atitudes dele, mas sempre o respeitou pelo amor que eu sentia pelo meu irmão, mas meu pequeno nunca aceitou o Luhan.
Sabe, eu fico pensando, eu vou ter duas semanas para ficar na Coréia, será que eu conseguiria procurá-lo e encontrá-lo nesse meio tempo? Eu não quero estragar as férias do Yeollie, e sei que o Luhan não vai gostar muito da ideia, então fico me sentindo confuso e dividido.
Não quero estragar as férias dos meus amigos, mas também não quero perder uma única oportunidade de reencontrar o meu irmão.
Chanyeol POV
Senti o corpo de Baek se afundar mais entre meus braços, sabia que ele estava pensando em algo que não estava o fazendo bem.
Apertei mais os meus braços em torno de seu corpo e me dediquei a distribuir beijos pelo seu pescoço.
— Quer ir deitar no quarto? – sussurrei em seu ouvido.
Ele assentiu com a cabeça.
O peguei no colo como se ele fosse uma criança, suas pernas estavam envoltas em minha cintura e sua cabeça escondida no meu pescoço. O deitei na cama e logo após me deitei também nos cobrindo com alguns edredons, estava fazendo uma noite muito fria, não demoraria muito para que começasse a nevar. Ele se encolheu ainda mais entre meus braços.
— O que houve neném?
— Nada. Eu só quero ficar aqui.
— Sabe que pode me dizer qualquer coisa né? – disse acariciando seus cabelos tingidos de loiro.
— É que... Não quero que fique bravo.
— Não vou ficar. Prometo!
— Eu... Eu queria aproveitar que vamos até a Coreia e... Hm...
— Tentar encontrar seu irmão? – ele me olhou com os olhinhos meio úmidos e assentiu – Eu já tinha imaginado. Não se preocupa neném, eu já reservei um tempo entre o Natal e o Ano Novo para fazermos isso. Eu imaginei que como você ainda não tinha conseguido nem visitar a Coreia ia querer procurar por ele.
— Obrigado! Obrigado! – disse me dando vários selinhos, que logo viraram um beijo. – Eu te amo!
— Também te amo muito, pequeno! Agora não fica se preocupando com isso, dorme um pouco.
Ele me abraçou ainda mais apertado ficamos de frente um para outro, só nos olhando um tempo, depois ele escondeu sua cabeça no meu pescoço e não demorou para que tivesse pegado no sono.
Às vezes fico pensando se eu tiver filhos eles vão ser assim tão manhosos. Eu gosto tanto desse jeitinho do meu Baek.
(...)
Estou esgotado, essa semana de provas está acabando comigo, e acho que não é só comigo, já que Sehun e Luhan têm passado as noites em silêncios. Mas semana que vem é a última, logo, logo isso acaba. Pelo menos por duas semanas.
— Amor, cheguei! – gritei da sala, tinha comprado o nosso almoço, já que estava cansado demais pra fazer alguma coisa.
— Yeollie... – ele veio “correndo” para meus braços e me beijou.
— Trouxe comida japonesa.
— Hmm... Eu to morrendo de fome.
Sentamos à mesa para almoçar, Sehun e Luhan tinham saído depois da faculdade, o que me deixou com tempo sozinho com o Baek.
— Neném, eu liguei para meus pais para avisar que vamos passar o natal com eles, mas o resto das férias em Jeju, eles disseram que tudo bem, mas que meu primo, que veio da China e tá passando um tempo com eles, vai junto. Eu liguei para Kai e Minseok também, os dois e seus namorados confirmaram. Mas o Min disse que um amigo do Chen, namorado dele, vai ir junto porque já tinham combinado. No fim vamos estar entre umas doze pessoas, me ajuda a fazer o nosso jantar do dia vinte e cinco?
— Claro! Mas, nossa, esse chalé é grande né, é muita gente amor!
Cocei a nuca um pouco desconcertado.
— Então, meus pais gostam de espaço sabe. Eu acho que o chalé deve ter uns dez quartos e cinco banheiros. Então... Espaço não é problema. Hmm, mas só uma coisa ta me preocupando agora, como vai ficar seu emprego na revista? Eles vão te dar o mesmo tempo de férias que a faculdade? É uma época do ano muito movimentada.
— Vão sim. Eu falei com meu chefe essa semana, ele entendeu que eu tenho que voltar para casa pra ficar com a família, eu só não disse que não era a minha família. – ele deu um risinho e se levantou para lavar a louça.
O abracei por trás enquanto ele enxaguava os pratos, fiquei dando beijinhos estalados em seu pescoço.
— Eu te amo sabia? – disse.
— Eu sei!
— O que acha de ficarmos o resto da tarde deitadinhos embaixo do edredom olhando um filme. O clima tá tão chuvoso e gostoso assim.
— Yeollie... Aqui está sempre chovendo. E quer só ver filme mesmo? Os meninos não estão em casa e... – ele se virou e começou a me beijar. – Poderíamos aproveitar um pouquinho esse silêncio.
— Parece que a gente filhos quando fala assim.
— Quem sabe um dia né? Melhor ir treinando.
Ele começou a me beijar com ainda mais intensidade, eu o levantei e coloquei em cima da mesa com as pernas em minha cintura, tirei sua blusa e voltei a beijá-lo. Minha boca rumou para seu pescoço, sua mão estava na minha calça, abrindo o botão e o zíper.
O trouxe para mais perto para sentir nossos corpos colados, ele tirou minha blusa e voltamos a nos beijar com fervor, podia sentir sua ereção se friccionando com a minha, nos fazendo gemer entre o beijo.
— Sério que vão fazer isso aqui na cozinha?
— p**a que pariu, Luhan! Por que você sempre aparece nessas horas? – perguntei parando o beijo com um pouco irritado.
— Eu disse que a gente devia ter aproveitado, eles são piores que filhos. – disse Baekhyun com um bico nos lábios.
— Ai amigo! Magoo. – fingiu pesar.
Baek revirou os olhos e foi me puxando para o quarto.
— Eles estragaram nossa tarde. – suspirei entrando no quarto.
— Quem disse? – falou pulando no meu colo.
— Você não gosta de fazer quando eles estão em casa.
— f**a-se! Hoje eu tô querendo muito você! – falou mordiscando meu pescoço.
E passamos à tarde assim, nos amando, trocando carícias, envoltos em beijos e suspiros.
Baek fez-me esquecer da minha semana estressante, fez-me esquecer que tenho que estudar para provas, fez-me esquecer até mesmo de respirar. Quando estou com ele é somente o nosso mundo que importa e nada mais!