O cheiro de sangue e suor impregnava o ar da cela, e os gemidos de Cristiano m*l ecoavam diante da brutalidade que Vito empregava em cada golpe. Mas aquele espetáculo sádico estava longe de acabar. Quando Vito finalmente se afastou, ofegante, suas mãos cobertas de sangue, Malagutti levantou-se lentamente do seu lugar, como uma sombra que finalmente decidira agir. — Agora é a minha vez. — disse, com a voz baixa, quase calma demais, o que fez o ambiente gelar por um segundo. Cristiano, entre um fio de consciência e outro, tentou se mover, mas as correntes o seguravam com força. Os olhos de Malagutti brilhavam com uma mistura perigosa de raiva contida e prazer antecipado. Estava na hora de cobrar tudo o que o maldito a sua frente havia feito com a sua amada sobrinha. — Diferente de Vito..

