Capítulo 130

1117 Palavras

Malagutti não se afastou. Com a cerveja numa mão e os olhos fixos no corpo curvado de Cristiano, ele parecia em transe. Os gritos abafados não o incomodavam — pelo contrário, serviam como um bálsamo para a dor que carregava no peito desde que enterrara a sobrinha. Mas aquilo era só o começo. — Quero cada cicatriz dele catalogada. — disse em voz baixa para o soldado mascarado, que já limpava o suor e o sangue das mãos após concluir o que eles havia ordenado. — E quero que repitam o processo. Ele não morre enquanto eu não disser. — Você realmente entrou no espírito, Malagutti. — Diz ele surpreso por ele ter se levantado minutos atrás e observado de perto toda a dor que o soldado infligia a Cristiano. Quando Aurélio tinha resolvido aparecer na mansão de Max ele não tinha pensado em levar o

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