O vento cortante soprava sobre a estrada deserta, enquanto os homens de Cristiano se espalhavam nas sombras, ocultos pela vegetação densa e pela escuridão que dominava a noite. Os motores dos carros estavam desligados, as armas preparadas e os olhos fixos na estrada sinuosa à espera das suas presas. O silêncio era apenas quebrado pelo som ocasional de passos na terra seca e pelo tilintar metálico das armas sendo ajustadas. Cristiano estava um pouco afastado, observando de um ponto alto, onde podia ver tudo sem ser visto. Ele tamborilava os dedos impacientemente no capô do seu carro, os olhos cheios de uma euforia perversa. O plano estava em andamento, e o pensamento de ter Isabel sob o seu domínio novamente fazia o seu sangue ferver de excitação. “Desta vez, ela não vai escapar de mim,”

