Isabel estava diante de Cristiano, sua expressão impassível, mas os olhos brilhando com um misto de desprezo e determinação. A sala era m*l iluminada, e a única coisa que separava os dois era uma mesa de vidro reluzente. Cristiano mantinha um sorriso torto, tentando decifrar a intenção por trás do olhar dela. — Você parece muito tranquila para alguém que está na minha presença, Isabel, — ele disse, inclinando-se ligeiramente para frente. — Sabe que não há para onde correr, não sabe? Ela ergueu uma sobrancelha, jogando o cabelo para trás com um gesto calculado. Era incrível como Cristiano no seu ponto de vista imaginava que ela não tinha saída, logo ela que era cuidada com o máximo de proteção possível. — E se eu não quiser correr? E se, na verdade, eu quiser conversar? Cristiano soltou

