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4136 Palavras

Jake engoliu o último gole do coquetel de saúde sem mesmo fazer uma careta. Pela janela aberta do carro, devolveu o copo ao senhor que, num terno suado, permanecia de pé à beira da estrada. — Obrigado, sr. Bennet. — Jake fingiu preocupação ao olhar para seu grande relógio de pulso. — Puxa, como é tarde! Preciso ir andando. Até amanhã, sr. Bennet. — Até lá, então — gritou o velhinho, mais alto do que o barulho do motor. — Cuidado, hein, filho! Não vá relaxar no trabalho. — Não vou, não — prometeu Jake sorrindo, olhando para o espelho retrovisor antes de entrar na estrada. Jake Wolfe sentia-se muito bem. Era uma bela manhã de outono; o sol estava brilhante e quente, e o ar, ligeiramente fresco, deixava o dia muito agradável. Mas ele sabia que sua sensação de bem-estar não era inteirament

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