O cheiro de sangue e suor preencheu o galpão parcialmente vazio. Os gritos eram abafados pelos sons das máquinas que trabalhavam incessantemente na indústria ao lado. Igor encarou os policiais a sua frente, m*l conseguia erguer os olhos de tão machucados. Cuspiu no chão empoeirado. - Já faz pelo menos duas horas que estamos aqui. Não testa a minha paciência. - Marcelo limpou as mãos em uma toalha suja. - Você sabe de mais coisas sim. - Eu nao sei, Senhor. Juro. - Ele choramingou. - Por favor me leva de volta, meu machucado voltou a sangrar e eu estou com muita dor. Marcelo lançou um olhar divertido para Murilo que só negou com um movimento. Murilo mancou até o homem e se ajoelhou na frente dele, juntou as mãos frente ao corpo e cravou os olhos frios nele. - Precisamos resolver logo

