O Eco do Amor

1029 Palavras

O tempo passou como um rio manso, levando consigo os dias, mas deixando na margem as lembranças. A mansão Brin permanecia de pé, imponente e silenciosa, como um coração antigo que ainda batia, guardando as vozes que um dia ecoaram por seus corredores. Helena caminhava pelos jardins numa manhã de primavera. As flores que sua mãe plantara voltavam a florescer — rosas brancas, lírios, jasmins. O perfume era suave, mas carregava uma força invisível. Era como se Veluma ainda estivesse ali, cuidando do jardim com as próprias mãos. O sol atravessava as folhas das árvores, desenhando manchas de luz no chão. Helena respirou fundo, sentindo o ar leve e quente. Era aniversário de casamento dos pais — ou seria, se ainda estivessem vivos. Ela havia preparado algo especial. Na varanda principal, uma

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