O Ataque à Mansão Brin

1296 Palavras
A dificuldade do flerte reside no fato de que duas pessoas devem participar dele, e ambas devem saber como se comportar Veluma flertou a torto e a direito, mas não funcionou. E não é que Fernando não estivesse interessado nela, agora ele a olhava com mais desejo do que antes. Mas ele congelou quando ela o provocou. E ele entrou em si mesmo se ela se permitisse piadas vulgares. Uma vez ela preparou o jantar para ele, mas ele ficou em silêncio a noite toda, olhando para ela, e suas tentativas de iniciar uma conversa foram infrutíferas. Todas as suas tentativas de mostrar as suas habilidades culinárias apenas o assustavam, e ele parecia querer sair da cozinha o mais rápido possível. Mas ainda assim ... ela recebia uma rosa dele todos os dias. Elegante, cuidadosamente escolhido exclusivamente para ela, e sempre com um bilhete de convite para jantar. Ela recusou seus convites várias vezes, querendo ver a reação dele. Ele não reagiu, desapontando-a. Ela também tentou ser sexy. Um dia, ela se ofereceu para ajudá-lo na estufa e, enquanto trabalhava, desabotoou alguns botões, afirmando que estava com um pouco de calor. Ao que ele simplesmente se virou, sugerindo que ela voltasse para o quarto dele e tomasse um banho. Ela esperava uma reação diferente. Ela estava perdida. Como ela poderia passar por suas barreiras protetoras? Ela não podia dizer-lhe na cara: eu gosto de você, gostaria de brincar de médico com você e nem me importo de ser a primeira. Mas não importa o que ela dissesse, ela gostava de todas essas complexidades. E se ela fosse franca sobre os seus desejos, ele fugiria e ela nunca mais o veria. Oh, há tantos problemas com as virgens. Sim, e as cartas não facilitavam a vida dela. Agora que o relacionamento de Neon e Jon mudou, eles não mais esconderam e esconderam os seus desejos. Cada nova carta continha uma descrição detalhada do que eu queria fazer com ele, como ela sonhava em a gradá-lo com a boca. Ele descreveu por uma página inteira como queria deitá-la sob a copa de uma árvore, levantar sua saia, espalhar suas pétalas e lamber seu néctar. No final do dia, ela estava tremendo de excitação e desejo. Sua imaginação desenhou imagens em sua cabeça onde ela atuou como onde ela atuou como Neon e Fernando como Jon. Após tais fantasias, ela voltou para seu quarto, respirando pesadamente e com a calcinha encharcada. Ela deve pensar em uma maneira de seduzi-lo. *** Em um dos jantares habituais, Delarriva descobriu o gatilho do homem. No meio da conversa, o telefone dela tocou. Ela ficou surpresa e olhou para ele com um olhar de desculpas. "Desculpe, mas eu tenho que responder. Ela raramente ligava por isso, cada chamada a perturbava, principalmente quando ela via o interlocutor: Caneca do Brin". - Olá? —Vel? Sou eu. Ela olhou para Fernando, ele se virou, estudando a pintura, fingindo não ouvir a conversa. "Ei, Brin. Como vai você? "Bem, estou ligando... para saber como você está." "Oh, eu estou bem," ela disse alegremente. — O trabalho no projeto foi mais rápido e talvez eu termine mais cedo.O Loiro, como que por acaso, deixou cair uma faca da mão, que pousou num prato com um estrondo. "Ótimas notícias," Brin respondeu alegremente também. "Eu já sinto sua falta. - Eu também sinto sua falta. Ela observou enquanto ele levantava a faca e apertava com força até os nós dos dedos ficarem brancos. "É estranho estar longe de todos", acrescentou ela, colocando um tom amigável na frase, em vez de romântico. - Quando você voltar... eu acredito precisamos ter uma conversa séria. Sua boca ficou seca e ela entrou em pânico. Oh Brin, eu só... eu não sei. Talvez possamos deixar tudo como está? Seu olhar voltou para Fernando, que continuou a encarar a pintura. Vamos conversar sobre isso em outra hora? Eu não posso falar no momento. - Ah sim, claro. Só queria dizer que senti sua falta, só isso. Ela imaginou vivida mente os seus olhos ofendidos de cachorrinho. "Vejo você quando eu voltar," ela disse, e desligou. Ela pegou o guardanapo e o colocou no colo. - Me desculpe por isso. - Seu namorado? ele perguntou, rosnando.Os olhos de Veluma se arregalaram. Mas isso já é interessante. Ele demonstrou emoção. Ela deveria empurrá-lo ou não tocá-lo? Ela decidiu empurrar. - O homem é um amigo. Ele sente a minha falta. "Então é bom que você termine mais cedo," ele deixou escapar e se levantou, deixando cair o guardanapo sobre a mesa. "Eu não vou-te segurar por mais tempo e te distrair do trabalho. "Mas" Ele se virou e saiu. Veluma suspirou pesadamente. Senhor Todo-Poderoso, que rufião ele é. Ela continuou sentada em sua cadeira, mexendo em seu prato. Ela não queria terminar a noite daquele jeito, não queria que ele ficasse confuso e zangado pelo resto da noite. Afinal, ela mesma havia experimentado sentimentos semelhantes nas últimas noites. Jogando o guardanapo ao lado dele, ela se levantou da mesa, colocou o celular no bolso e foi em busca de Brin. Em primeiro lugar, ela foi até a ala dele, mas todas as portas estavam trancadas e ninguém respondeu à sua batida. Ou ele não estava aqui, ou não queria contar a ela. Mas antes de desistir e voltar para seu quarto, ela decidiu verificar mais um lugar. Enrolando-se ainda mais no suéter, a garota percorreu o longo caminho até a estufa. Ela viu uma luz lá dentro, a porta estava entreaberta. Desta vez, sem esconder ou ocultar sua curiosidade, ela olhou para dentro. Ele ficou no meio da sala de costas para ela, perto de uma das vigas de madeira. Uma de suas mãos estava erguida acima da cabeça, fechada em punho, apoiada na viga, e a outra estava escondida dela. Todo o seu corpo parecia tenso, a cabeça inclinada para a frente, como se estivesse tentando lidar com alguma coisa. Ela mordeu o lábio. p***a, que embaraçoso. Ele estava realmente tão chateado com esta ligação? E agora o que ela deveria fazer?Velma entrou na estufa, e naquele momento, Brin jogou a cabeça para trás, e ela viu como estava tenso. E ela notou o movimento de sua outra mão. E eu soube imediatamente o que ele estava fazendo. Fernando se masturbou. Ela congelou por um segundo. Ela decidiu que ele cavaria no chão ou cortaria rosas. Eles conversariam um pouco, talvez discutissem um pouco, ela explicaria tudo para ele e eles esqueceriam esse incidente. Mas quando ela veio para a estufa, ela não esperava encontrá-lo por autossatisfação. Isso a chocou tanto quanto a excitou. Ela instantaneamente sentiu a umidade entre as pernas e m*l resistiu ao impulso de se acariciar, repetindo os movimentos dele. Ela silenciosamente fechou a porta atrás dela e, em seguida, caminhou até ele. Seu corpo ainda estava tenso e pronto para explodir. Delarriva tocou levemente seu ombro, sentindo o calor do toque. O homem estremeceu de surpresa. Os olhos estavam dilatados, as pupilas contraídas pela necessidade, e as cicatrizes brancas se destacavam distintamente nas bochechas avermelhadas. Sua mão ainda estava em volta de seu pênis, e ele ficou lá, sem saber o que fazer. Mas então ele começou a se afastar dela. "Não," ela sussurrou. - Não vá embora. Seus dedos cravaram na lapela de sua jaqueta, segurando-o no lugar. Agora ele parecia um animal selvagem encurralado. Um passo errado e ele está fora de vista. Ela abaixou a mão sobre a dele, a que estava apertando o seu pénis. - É por minha causa? Ele abriu a boca, mas não disse uma palavra. "Eu acho que estou certa," ela disse suavemente. - Posso te tocar? Ela se ajoelhou, sem se importar que estivesse na lama bem no centro da estufa.
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