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Infernizando o meu CEO

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os opostos se atraem
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Sinopse

Você vai conhecer dois lados de uma história de amor, cheia de sedução e vingança. Conrad Riscoffer é o presidente de uma empresa multimilionária. Ele desde sempre teve tudo o que quis, na hora que quis. Acostumado a ter as mulheres se jogando aos seus pés, sem precisar usar o seu poder de conquista, ele se vê com o ego ferido e completamente contrariado quando Ava Fisher aparece em sua vida. Ela não tem medo de lhe dizer não, e faz tudo ao contrário do que ele quer. Deixando claro que não tem o mínimo interesse no CEO, faz com que sua vida vire um verdadeiro inferno de desejo e tentação.

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Conrad Riscoffer Chego no prédio irritado com meu celular que não para de tocar, é claro que eu preciso atender, mas não são nem oito horas da manhã e já conseguiram me tirar do sério, p***a! Não custa nada aguardar um retorno. Abro a porta da minha sala e dou de cara com uma mulher ajoelhada me encarando. De onde estou tenho uma vista privilegiada do seu decote, e sua boca rosada está entreaberta em surpresa. Sua pele clara está corada e os olhos castanhos abertos exalam vergonha. Ela abaixa a cabeça pegando alguns papéis do chão e só então me dou o trabalho de olhar para Shirley, a chefe do RH que está atrás da mulher com uma cara desesperada. - O que está acontecendo aqui?- Pergunto encarando a mulher ajoelhada aos meus pés ainda pegando os papéis. - Senhor, eu sinto muito! - Shirley se desculpa enquanto a moça levanta do chão. Ela é alta, com curvas bonitas e o cabelo longo ondulado. Sua beleza chama imediatamente a minha atenção, assim como seu jeito desastrado. - Está é a senhorita Ava Fisher, é o seu primeiro dia de experiência na vaga de assistente da presidência, ela acabou tropeçando e derrubou alguns papéis, mas nós já vamos resolver esse problema. - A senhora de meia idade fala com olhos nervosos por de trás dos óculos. - E desde quando contrata pessoas desastradas assim para ser minha assistente, senhora Shirley? Sabe que não tolero erros! - Falo ainda irritado pelo meu celular estar vibrando insistentemente no bolso. - Não vai acontecer novamente. - Ela dá um passo a frente me encarando no olho com o queixo erguido, sem deixar que Shirley se desculpe por ela, a garota mesmo toma a frente da situação. - Meu salto prendeu nesta curva do estofado, mas já vou mandar alguém arrumar para que não ocorra nenhum outro acidente. - Ela aponta para o pequeno declínio no chão. - Não sou nada desastrada, Sr Conrad. Na verdade sou bem concentrada e detalhista. - Ela fala segurando os braços para trás do corpo e erguendo o tronco. Não consigo evitar de olhar novamente para o seu decote enquanto a senhora Shirley fala alguma coisa comigo. - Srta? - Pergunto me aproximando da garota. Sei que seu nome já foi falado mas eu não estava interessado o suficiente para guardar na memória. - Fisher. Ava Fisher. - Ela responde me olhando no olho e isso me irrita um pouco, não é todo mundo que sustenta meu olhar dessa forma tão a vontade. Ainda mais uma simples assistente. - Já nos conhecemos? - Pergunto tentando lembrar de onde conheço esse maxilar marcante e boca carnuda, além do sobrenome Fisher. - Acredito que eu me lembraria. - Ela sorri como se fosse nula a possibilidade de nos conhecermos. - Então, é Sr. Riscoffer para você. - Falo seco, nem mesmo pessoas íntimas me chamam pelo primeiro nome. Ela me encara desconfortável mas eu continuo. - Vamos ver se é tão detalhista assim. Quero a minha agenda do dia, agora. - Falo passando por ela e indo até minha mesa. Atrás de mim escuto a reação de alívio da senhora Shirley, com certeza por eu não demitir a garota e lhe dar mais trabalho para achar a terceira assistente do mês. Desde que a antiga secretária do meu pai pediu demissão, eu tive muita dificuldade de achar bons profissionais que não entrassem aqui atrás de interesses pessoais. Tive que demitir as duas últimas nas primeiras horas do dia porque estavam se jogando pra cima de mim sem o menor pudor. Dentro da minha empresa eu sou completamente profissional e não misturo as coisas. Trabalhei muito para conquistar a presidência e precisei mudar bastante coisa na minha vida para que meu pai me visse apto para a responsabilidade que o grupo exige. O velho Riscoffer jamais me daria o posto apenas por herança, essa empresa sempre foi mais importante pra ele do que qualquer um dos filhos, então precisei me esforçar e dei adeus a vida que levava na faculdade. Hoje sou outro homem e levo muito a sério o meu cargo de presidente, um escândalo com uma funcionária poderia facilmente me tirar o poder e f***r com toda minha vida. Então quando pedi que a senhora Shirley me arrumasse uma assistente experiente e de respeito, eu não imaginava que ela iria colocar mais uma maluca que já me recebeu na sala de joelhos mostrando a p***a do decote. - Senhora Shirley? - Chamo a atenção dela enquanto as duas caminham para a saída. A garota continua andando enquanto a senhora se vira com um olhar assustado. - O que aconteceu com a senhora que iria conseguir para a vaga de assistente? - Pergunto erguendo uma sobrancelha. Ela engole em seco e abre a boca pra falar mas por um momento não sai nenhum som. - Eu sei que o Senhor me pediu uma pessoa mais experiente, mas Ava já trabalhou no grupo Felclark e diretamente com os presidentes de lá. Ela tem ótimas avaliações e tenho certeza que dará conta do trabalho, não se preocupe, senhor. - Ela me encara com medo e eu apenas aceno para que ela saia. Tenho certeza que ela enxergou o mesmo que eu, e se me conhece bem vai sair daqui direto para sua sala e começar a procurar outra assistente. Não que eu vá demitir a garota nova agora, tudo está uma bagunça absurda e eu realmente preciso que alguém organize a minha agenda. - Fala, Hailey. - Atendo meu telefone com o mínimo de paciência. - Oi, meu amor! Estou com tanta saudade que estou procurando um voo agora mesmo pra ir te encontrar! - Ela fala animada e eu fecho os olhos pensando no que fazer. - Na verdade estou saindo de Nova York hoje a noite, não vai adiantar você vir. Tenho uma viagem a trabalho, sinto muito, Hailey. - Falo abrindo meu notebook. - Ah que pena! Queria tanto te ver. - Nesse momento escuto alguém batendo na minha porta e mando entrar. - Fica para a semana que vem. Eu preciso desligar, Hailey. Até logo. - Falo e finalizo a ligação depois dela se despedir. Já faz um bom tempo que nosso relacionamento esfriou, eu não consigo mais acompanhá-la em festas e eventos fúteis. Hailey passa todo seu tempo viajando e fazendo compras e eu sinceramente não me importava com isso antes, mas desde que assumi a presidência o meu foco tem sido outro, e gostaria que Hailey fosse mais do que um rosto bonito que levo para me acompanhar nas festas da empresa. - Trouxe a sua agenda, Senhor Riscoffer. - Ava voltou segurando o tablet com uma expressão bem concentrada. Aceno com a cabeça para prosseguir e ela passa os minutos seguintes relatando meus compromissos por ordem de prioridade, e não só do dia como da semana. - Como sabe que a reunião com o representante da Phoston é mais importante que a reunião com a construtora? - Pergunto testando ela. Vi que tirou uma reunião do dia porque não iria dar tempo. - Sei que é muito difícil conseguir um horário com o Senhor Ryan, mesmo que sendo para o presidente da empresa. - Ela faz uma pausa umedecendo os lábios e se aproxima mais da mesa. - A Phoston decide com quem trabalha, então achei que seria melhor priorizar essa reunião com o representante, assim o quanto antes podemos chegar até o Sr Ryan Phoston. - A garota me encara segura de si. - Mas também já remarquei com a construtora para amanhã. Fiz m*l? - Ava pergunta de pé em minha frente, segurando o tablet com as duas mãos. Ela tem uma posição confiante, sabe que fez tudo certo, mas ainda assim aguarda minha resposta. - Aprecio a sua independência para resolver certas coisas sem minha opinião. Mas é o seu primeiro dia aqui, não abuse da autonomia, porque não quero erros. - Falo encarando seus olhos. Ava balança a cabeça concordando e eu aviso que já pode ir. Enquanto ela anda para a saída não deixo de reparar nas suas curvas. Sua saia é preta e justa na altura dos joelhos, o tecido cola bem na sua pele e faz a minha imaginação trabalhar. No fim do dia quando saio da minha sala, vejo a Ava concentrada olhando para o computador com uma caneta entre a boca carnuda. Isso me tira a atenção por um tempo e eu caminho em sua direção ainda focado em seus lábios. - Posso te ajudar em algo? - Ela chama minha atenção e eu olho realmente para seu rosto. - Por que saiu da Felclark? - Pergunto sendo direto e ela abre os olhos parecendo surpresa com minha pergunta. - Eu vi sobre essa vaga e decidi me candidatar, quando fui aprovada achei que seria bom mudar um pouco de empresa. - Ela fala dando de ombros e eu aperto os olhos em sua direção. - Mesma área, mesmo salário, qual a diferença, Srta Fisher? - Pressiono um pouco mais, sei que estou sendo louco mas não quero mais perder tempo. Vi que ela pode ser uma boa assistente, mas não quero me precipitar novamente. - Na verdade o salário aqui é maior, e também fica mais perto da minha casa. Mas o motivo principal é que estava incomodada com um colega de trabalho que não entendeu bem o significado de não. - Ela fala parecendo envergonhada e desvia o olhar constrangida. - Estava sofrendo assédio? - Pergunto incrédulo, esqueço que isso é muito comum com as mulheres. - Saí antes de evoluir para algo mais sério, mas de certa forma, estava sim. - Ela fala me olhando desconfortável. - Sinto muito. - Falo sincero e ela acena com a cabeça. - As últimas duas assistentes foram demitidas porque vieram para essa vaga pelos motivos errados. Elas excederam limites que eu prezo bastante porque não me envolvo com funcionárias, só quero deixar isso bem claro para não haver dúvidas. - Percebo que seu peito sobe e desce rapidamente, ela está nervosa com minhas palavras. - Srta Fisher, se está aqui com esse intuito, o andar do RH é o sexto, nos economize tempo, ok? - Falo direto e ela me encara ofendida. Sei que soa como prepotência mas não quero mais perder tempo. No ranking de fortunas que ocupo e na empresa que dirijo, eu estou acostumado com um assédio fora do comum. Não que seja algo r**m quando quero impressionar alguém, mas aqui dentro do meu trabalho eu preciso de paz. - Sr. Riscoffer, eu não tenho o menor interesse no senhor. Com todo respeito. - Ela fala com um olhar sério. - Estou aqui pelo trabalho, e de forma alguma vou exceder qualquer limite. - Ava me encara com a expressão fechada. Sua boca carnuda e o maxilar marcado a deixam sexy pra caramba. Estou acostumado com mulheres lindas, e é claro que fora daqui ela me chamaria atenção, mas não que seja algo de outro mundo. - Ótimo. Não volto mais hoje. - Falo e saio satisfeito por ter resolvido isso.

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