Episódio 41

1902 Palavras

Fico muda, a voz não sai e a resposta que obtenho é uma leve sucção no lóbulo da minha orelha. — Comigo você não terá se*xo limpo, nem experiências puritanas, isso não combina comigo. Ele explica. — Cada vez que te fo*der, farei isso como um animal mórbido, luxurioso, sem moral. Não conheço outro prazer além do vulgar, aditivo, perigoso e imoral. A sua língua continua causando estragos no meu lóbulo, enquanto a suas mãos abandonaram o meu baixo ventre e apoderaram-se dos meus se*ios, libertando-os do sutiã e beliscando-os com urgência, de forma áspera que, em vez de me inti*midar, só me e*xcita até a loucura. — Diga-me que ninguém tocou em você aqui. Ele exige, chupando um e depois atendendo o outro. Balbucio incoerências, porque nem sei mais quem dia*bos sou a essa altura. Só enrosco

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