A INSEGURANÇA DO MARCOS

1350 Palavras
Ao ouvi-la, ele não pode deixar de lembrar-se da história de quando ela foi trocada por uma mulher louca que se aproveitou de uma mãe indefesa que descansava depois de dar à luz. —Verdade eu estou meio paranoico em sair de perto, e alguma coisa acontecer com vocês. —Tipo o que Marcos? Olha pra nós, oh pior já passou, né? —Anne, não vamos nos precipitar como eu disse você passou por duas cirurgias! E ainda precisa de cuidados. —Meu amor, você está esquecendo que eu sou casado com o melhor doutor desse hospital? Então porque não podemos ir embora amanhã mesmo? —Pra onde pra casa dos meus pais? Me fala pra eu mandar a mamãe preparar tudo. —Não sei Marcos, eu quero ir pra minha casa colocar a nossa Analu no quartinho dela, que nós preparamos com tanto amor e carinho! Nós contrataremos pessoas pra nos ajudar e a sua mãe pode ir pra lá todos os dias fiscalizar tudo, hum que tal? —Tá, bom Anne, vou falar com a minha mãe pra ela ver alguém pra ir lá pra casa de repente ela pode nos emprestar uma das suas pessoas de confiança, eu falarei com ela! —Tá, viu Analu, o papai vai nos leva pra casa, você vai poder dormir no seu quartinho lindo que a mamãe e o papai fez pra você com muito amor e carinho Marcos ficou ali parado olhando aquela cena linda das duas mulheres da sua vida, enquanto Anne falava com a bebê ele ficava ali admirando-a, maravilhado. Sem eles esperarem, ouviram batidas na porta e logo a porta se abriu e logo ouviram a voz. —E aqui, tem uma paciente muito, muito especial! Rose entrou tagarelando como sempre! Assim que Anne ver a amiga logo fala: —Amiga, que surpresa boa, estou feliz em ver a minha melhor amiga e comadre. Imediatamente Rose toda boba fala: —Oi, amiga, me desculpa por não ter vindo antes eu e o Pedro estávamos em uma viagem de negócios quando a Cláudia me ligou pra falar, nossa levei um baita de um susto, fiquei muito nervosa! Então antecipamos tudo por lá e viemos assim que deu pra vir né Pedro? —Sim, amor —ele fala se aproximando de todos já que tinha parado perto da porta. —E aí Anne, como você está se sentindo? — Pedro, fala já apertando a mão do Marcos que fala: — Apesar do susto, agora está tudo bem! Né meu amor? Pedro diz, apertado a mão do Marcos: —Parabéns papai! —Obrigado Pedro —Então meu amigo foi um susto e tanto hein! —Nem me fala Pedro, que desespero mas graças a Deus, agora elas estão bem! —Isso é muito bom —disse Pedro indo mais pra perto da cama para ver a bebê de perto. Rose que já se sentou ao lado das duas e já estava babando a bebé, dizendo: — Anne, a minha afilhada é muito linda! Não sei com quem ela se parece ainda, mas ela é linda! —E vocês dois quando vão ter um? Eu recomendo ter logo viu — falou Anne. —Não, não Deus me livre, amiga, eu ainda não estou preparada pra ser mãe! Não, de jeito nenhum né amor —Rose fala olhando pro Pedro que diz: —Por mim eu quero! Mais, Anne você conhece a sua amiga tudo pra ela, tem que ser quando ela quiser! —Verdade — Anne fala rindo, onde todos riram também, os três ficam ali conversando por muito tempo e Anne os pergunta: —E aí vocês vão ficar quanto tempo no Brasil? —Infelizmente só até amanhã ou mais tardar depois de Amanhã, nós estamos longe da empresa já tem uma semana e devemos ir ver como anda as coisas por lá. Nesse momento Anne fala: —Hum, entendi, o gado só engorda com os olhos do dono por perto, né mesmo! — Rindo Rose fala: —isso mesmo e desse jeito mesmo amiga. Já era bem tarde quando Rose e Pedro foram embora. Depois que eles saíram Anne deu a bebê ao Marcos para que ele a colocasse no bercinho, pois já, já a enfermeira virá buscá-la para que assim Anne descanse bem a noite, pois amanhã se tudo der certo eles irão embora pra casa! Na manhã seguinte, doutor Ricardo, vai até o quarto para fazer uma avaliação na Anne, já que Marcos lhe atualizou sobretudo, assim que ele entrou, já entrou falando: —E aí Anne, como você está se sentindo? —Doutor, ainda dói! Mas nada que eu não suporte, fora isso estou me sentindo muito bem! —Ótimo saber! E quanto a dor é normal, afinal você levou um tiro! E não foi em qualquer lugar foi bem próximo do seu coração, que graças a Deus não atingiu nem um órgão, e nem nenhuma veia fatal, nada que lhe causou nem um danos irreparável, mas mesmo assim foi bem sério e por isso eu não vou te liberar hoje como você deseja, eu recomendo que você fica aqui mais um dia e vamos ver como você se sai, mas por favor se comportar Anne, lembre-se quanto mais você ficar quieta, mais rápido você vai poder ir embora entendeu? —Sim doutor, obrigada —Anne respondeu desanimada, pois já queria ir embora, mas como todos os pacientes m*l chegam ao hospital e já querem ser liberados, os médicos têm que ser responsáveis por liberar só na hora certa, então pensando nisso ela prometeu se comportar direitinho. O dia passou depressa e a hora da visita chegou e todos da família vieram novamente, Rose, também veio, dessa vez sozinha, já que Pedro foi até a empresa da prima Vicky Junqueira, a atual chefe da Anne, por enquanto! No finalzinho da visita três pessoas entraram no quarto, Anne, ficou surpresa com aquelas visitas, George, a mãe e a Agatha entraram assim que alguns membros da família saíram. Marcos com a filha nos braços do lado da cama "todo prosa" apertou a mão do George dizendo: —Boa tarde, obrigado pela visita! Eles não demoram foi realmente uma visita bem rápida, afinal já estava no final da hora de visitas, mas o importante é que compareceram. Depois que todos foram embora Marcos passar álcool gel, nas suas mãos e na da Anne A noite passou e foi tudo tranquilo, no dia seguinte Doutor Ricardo, deu alta a Anne já que ela estava passando bem e tinha um doutor só pra ela, brincando ele diz: —Que privilegiada hein Anne, ter o doutor Marcos Vallério, só pra você! —Verdade doutor Ricardo — eles riram, Depois que o doutor saiu, Marcos arrumou tudo e esperou que o motorista dos seus pais chegasse para os ajudar com as bagagens. Algum tempo depois, ouviram batidas na porta — pode entrar disse Marcos, já sabendo que seria o motorista da família. —Bom dia, doutor Marcos, —Oi, Jofre, bom dia! Pega aquelas bolsas e leva pro carro! Obrigado Jofre. Marcos ajudou Anne, a se levantar e pegou a bebê do berço, então, disse: —Eu a levo, você ainda não pode fazer tanto esforço. Ela consentiu com a cabeça e assim eles seguiram, já fora do quarto, no corredor eles encontraram com Márcio, que já estava vindo vê se eles precisavam de alguma ajuda! —Oi irmão, e aí vocês precisam de alguma ajuda? —Não, obrigado, Jofre, já está levando as bolsas pro carro mamãe o mandou para que eu assim não precise dirigir nesse momento, e assim posso ajudar Anne! —Ótimo, mamãe sempre pensando em tudo, como sempre! —Verdade, ela está nos esperando lá no nosso apartamento! —Sim, eu sei, ela me falou que estaria lá. E assim todos saíram do hospital Marcos carregando sua bebê nos braços todos feliz, Anne ao seu lado de braços dados e Márcio logo atrás deles. —Então vamos para casa —disse Marcos. Márcio, falou. —Sorte de vocês, pois eu ainda tenho um longo dia pela frente aqui.
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