Rodrigo dirigia pela estrada, o ronco do motor da van ecoando pelas ruas como uma sinfonia que embriagava sua mente. Um sorriso insano, quase infantil, esticava seus lábios enquanto seus dedos tamborilavam no volante. Seus olhos, iluminados apenas pelas luzes que piscavam na estrada, brilhavam com uma mistura de desejo e obsessão. A imagem de Clara invadia cada pensamento seu, dominando sua sanidade. Ele finalmente a tinha sob seu controle, e a ideia de subjugá-la a suas vontades fazia sua respiração acelerar. “Tudo vai ser perfeito,” ele murmurava para si mesmo, com a voz carregada de euforia. Rodrigo já havia planejado cada detalhe. Reservara um quarto em um hotel afastado na parte mais silenciosa de Nova York, longe de olhares curiosos e perguntas inconvenientes. O local era discreto,

