Jordan LOSNACK a falta da traidora sorte!

965 Palavras
O homem já estava bem perto de mim com aquele sorriso que me deixou arrepiada dos pés a cabeça. A dor que invadia meu corpo me fazia tremer. — Não sou uma presa fácil. — Ele sem escrúpulos passava a mão em seu m****o, engoli a saliva com o que ele pretendia fazer com o meu corpo. — O que é você? — ouço sua língua estralar em reprovação. — Pelo visto te mandaram sem reconhecimento sobre mim. Metade lobo e Bruxo responderia a sua pergunta? Preciso desarma-lo logo. Algo que o tire dessa falsa sanidade, uma maneira de poder encontrar seu ponto fraco e poder dar um fim a isso. — E se eu te disser que posso te dar boas informações. E... Em troca, quero minha liberdade. — Ele parecia pensar. Se aproxima de mim da maneira que eu estava planejando, uma distração de sua parte seria algo apropriado, ele me parece não resistir a boas informações. Meu braço esquerdo está com menas tensão nesse momento. Pego minha adaga do bolso e o acerto no rosto. O homem cambaleando me olha surpreso, enquanto estou livre para mais uma investida. Outro golpe com o punho fechado em sua garganta o fez desmaiar. Pego uma mistura de pó de cocaína com outra droga que não identifiquei no momento e soco goela a baixo. Isso entupiu as suas vias aéreas o matando aos poucos axficiado, não teria como se recuperar. Ainda mais quando misturei um pouco de prata junto ao pó da cocaína. Serviço concluído. Abro uma pequena brecha na porta vendo a movimentação grande. Um loiro para de costas para ela e essa é a minha chance de sair sem ser vista. Vou guiando meu corpo pelo pequeno espaço, fechando a porta atrás de mim. Ninguém percebe até que eu ergo meu pé para o moreno que passava cair em cima do loiro e causar um conflito, corri sem ter a atenção do povo que deslumbravam os bruta montes quase se beijando. Desço as escadas e encontro uma Nicole molenga sendo agarrada por um cara qualquer. Ri muito quando vi George bufando com as mãos na cintura. Vou até ele, preciso me aliviar um pouco da tensão de momentos atrás. — Oi. Está tudo bem? — ele bufa novamente também franzindo a testa. Pego uma bebida de um garçom e viro de vez. O líquido desce quente. — Aquela vaca tirou o boy de mim! — Ele diz depois se desmanchando em uma careta esquisita, como se fosse chorar ali mesmo. Nessa hora inesperadamente, uma loira grita por socorro. A mesma que estava com o bruxo, então sabia que essa era a minha hora de sumir. — Desculpa George, tenho que ir... Assuntos pessoais para resolver. — Ele assente sem me dar atenção por conta dos escândalos da mulher lá na área VIP. Ele estava também um pouco chateado pelo ocorrido com a Nicole. O abraço deixando ele ali intertido com mais uma fofoca. Optei pela porta dos fundos. Caminhando direto para a minha moto, dou partida e saio dali as pressas. Fico em alerta quando vejo outra moto me seguir a certa distância. Suei frio. Talvez ele seja um investigador do Supremo, como haviam me informado, preciso despista-lo. Uma estrada de terra me chama a atenção. Vou até ela com o farol apagado desligo a moto e me escondo em uns arbustos com ela. A outra moto para bem em frente a encruzilhada. Meu peito sofria palpitações, sinto a adrenalina preencher meu corpo aos poucos. O homem atende uma chamada: — Perdemos ele chefe. — ouço algum tipo de xingamento do outro lado da linha. — Sim Senhor. Ele está morto como previmos que seria. A polícia acha que ele sofreu Overdose por causa das drogas. — vacilo um passo para trás quebrando um galho seco. O homem para e analisa o local do barulho, meu coração falha uma batida e no exato momento um esquilo passa perto de seu pé tirando a atenção para meu arbusto. — Estou voltando Senhor, preciso apurar os fatos. Há câmeras pelo estabelecimento. — ele dá partida e some na estrada. Subindo na minha moto, retornei para casa, ainda preocupada. Posso ser descoberta se não tiver mais cautela. *** Abro a porta com muito cuidado. Já se passavam das duas da madrugada. Ando na ponta dos pés até as escadas e subo degrau por degrau, passo pela porta de Sofia e depois a do Luan. Entro em meu quarto e fecho a porta de vagar. Respiro fundo ao me lembrar do sufoco que passei, pego o papel com os dados da missão e o queimo na lixeira do banheiro. Deitada na banheira, me permito relaxar com a água quente. O corpo ainda está dolorido. Sai de roupão e deitei na cama pegamdo meu celular e analisei a caixa de mensagens. Não encontrei nada de interessante. Só um aviso da reunião da empresa as oito da manhã na segunda. Pego os fones e coloco numa play list qualquer, vou até a cozinha pegar um lanche. Afinal, estou morrendo de fome, não comi nada desde o café da manhã. *** Acordo cedo e resolvo treinar um pouco. Abdominais, flexões, uma corrida básica. Vou caçar um pouco, Lily deve estar precisando se soltar. Corro pela mata apreciando o vento gelado em meus pêlos. Caçando um servo me vi satisfeita e depois limpei os pelos numa lagoa por aqui perto. Sorte que tem uma reserva no fundo de casa. O vento me traz um cheiro diferente. De uvas com mel e menta... Sigo o cheiro e vejo o dono dele. Um lobo preto quase azulado com as costas avermelhadas estava se limpando, bem longe de onde estou. Ele era maior do que um simples lobo Alfa... Ele... Ele é o… Não acredito!
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