18 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo É inegável que eu ‘tava com fome daquela mulher. Pensando nas muitas provocações que eu recebi na noite e o quanto elas me deixaram com ainda mais vontade, eu nem me incomodaria de ficar pela sala. — Não, não... Vamos ‘pra minha cama! — Ela voltou a me fitar com aquele olhar forte, não só safado, mas tinha algo que eu realmente gostava nele. Eu já tinha amarrotado sua roupa e bagunçado seu cabelo. Ela sorria largo enquanto recuperando o fôlego, mas começou a caminhar na direção do quarto. — Acho que aprendi do que gosta... — Ela falou num tom provocativo quando chegamos ao quarto. — Não vou mentir, eu também gosto de ser assim — riu. Bastou fechar a porta, que voltei a beijá-la. — Agora é a parte que eu posso tirar? — Mordisquei seu mamil

