7 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Era insuportável a falta que ela me fazia. Bastava sentir seu beijo que a mão logo procurava seu cabelo e eu precisava me conter ‘pra não mandar — ela sempre se submetia e me obedecia. Subiu no meu colo e eu só me deixei consumir pelo extremo relaxamento que seu corpo me causava. Naquele momento, soube que não importava, ela sempre seria a mulher mais linda daquele morro. Nem os machucados podiam diminuir essa sensação. Lena sempre gemia baixo com vergonha. Rubor tomava seu rosto e seus olhos me imploravam — ah, eu realmente sentia saudade daquele olhar! Ela me deixava maluco com pouco. Talvez fosse coisa da minha cabeça ou só meu corpo implorando pela dona — isso seria muito difícil de saber. Até deixei que ela, com os braços envoltos em

