10 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Era alta madrugada quando ele me ofertou subir. Eu já estava meio bêbada, fazia tanto tempo que não tinha com ninguém que até conseguia sentir vergonha. Nós até conversamos bastante. Naval era muito extrovertido e tinha muito assunto. Odiava tocar em assuntos sensíveis e sabia bem se esquivar deles. Apesar de ter sido, sim, um safado por muitas vezes; ele não parecia realmente interessado em sexo ou coisa do tipo quando me chamou ‘pra subir. Seu pretexto era eu acompanhar Miguel até o colégio no dia seguinte — já que o assunto com a tal amiga dele foi bem produtivo e ela me chamou à escola. Ele foi quem abriu a porta da casa ‘pra mim. — Pode ficar à vontade... Já conhece parte da casa. — Ele fechou a porta e parou às minhas costas. — Se qu

