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DESEJO Iminente: Livro 2 da Trilogia: os Glentemen

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Sinopse

Ela passou por um Grande trauma na sua vida e não sabe como aconteceu. Viveu dias de angustia, medo, desconfianças...

Ele luta contra um vício da bebida, mas, m*l sabe ele que seu verdadeiro e mais deliciosa vício, é ela.

OBS: Esse livro é continuação do primeiro livro que se chama "DESEJO perigoso" que está disponível aqui no DREAME

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Capitulo Um
OI MEUS AMORES! Como estão? Pois é, estou de volta com a continuação da Trilogia. Uma história de amor quente e envolvente. Cheia de mistérios, segredos, perigo, tudo junto e misturado hahaha vocês irão adorar. Tenho certeza. PRÓLOGO - ENZO Cá estava eu olhando minha família em uma alegria só almoçando. Hoje Grace completa nove meses de gravidez. Estamos apenas esperando Josef Marcus Nascer. Heitor queria o Marcus por conta do pai, e Grace adorou, mas também queria o primeiro nome de Heitor, então ficou isso: Josef Marcus Dellatorre Bongiovani. Que nome grande, hein? O primeiro mini Bongiovani. Depois do almoço, fui para o sofá e sentei-me ao lado de Bianca. Ela comia a sobremesa de abacaxi. Coloquei meu braço por seu ombro e beijei seu cabelo loiro. — Você sabe que Celine a alguns minutos já está indo, né? — ela perguntou. Fechei os olhos com força não querendo lembrar. Porque eu fui me apaixonar por ela? Justo por ela? — Boa viagem pra ela então — Falei apenas isso não querendo aceitar a ida dela. — Não seja tão duro consigo mesmo, Enzo. Ela gosta de você e você dela. Vá até ela. Não falei nada, apenas me levantei e tirei a chave do meu Audi do bolso. Falei rápido com minha família, dizendo que iria resolver um probleminha. Sai rumo a casa de Celine. Eu precisava dizer o que sentia. Ela precisava saber pela minha boca. C E L I N E Madrinha tinha acabado de fazer uma trança em meu cabelo. As malas já estavam no porta mala do carro. José, o motorista da casa, já estava nos esperando. — Vá indo, minha querida. Só vou falar rápido com a dona Amélia — Amélia, a patroa má. — Certo — falei me levantando e saindo dali. Cheguei do lado de fora da casa, onde pude sentir o ar gelado. Escutei um carro estacionando, poderia ser Amber, mas quando senti aquele cheiro, tive a certeza que não era. — Enzo? — Falei como uma princesa feliz ao ver seu príncipe, mas no caso, eu senti — Oi — sua voz da vida. — Celine... Eu... — Pode dizer. — falei ansiosa. — Não quero que vá — ele disse. Eu fiquei sem reação. Feliz por ele querer que eu fiquei aqui, mas triste também, pois eu não ficaria. — Não me peça algo que não posso te dar, Enzo. — Por que não!!? Por que não pode fazer aqui?!! Você sabe que eu sinto algo por você e eu sei que você sente algo por mim. Fica, Celine. — Enzo! Eu quero, quero ficar, mas não posso. Tem uma faculdade de música paga em Londres me esperando. Não entende? É meu sonho. Fique feliz por mim. Eu gosto de você também, mas , por favor, me espere. — Esperar... — falou com sarcasmo — Não sou eu que estou indo embora, então você não sabe o que eu tô sentindo. Eu estou apaixonado por você. Loucamente apaixonado. — Então você irá me esperar — falei tocando em seu rosto, e o sentindo pela última vez até que eu volte. — Por favor, Celine. — ele pediu e beijou minha mão. — Por favor, Enzo. — eu pedi e toquei em sua mão, a levando para meu coração. Sinto quando sua mão saiu de perto de mim, e ele se afastou. — Enzo?! — o chamei, mas ele não respondeu — Enzo!! — gritei. Então foi a segunda vez que chorei por causa dele. A primeira vez foi quando me dei conta de que estava apaixonada e isso foi depois do nosso primeiro beijo. Em todo esse tempo que nos conhecemos, nos beijamos apenas umas três vezes. Nada mais que isso. Ele nunca tentou avançar ou algo do tipo. Sempre respeitoso comigo, e isso foi o que me encantou mais nele. Querido por mim e pela minha madrinha, e ainda irmão da minha melhor amiga. — Hey! — escutei a voz autoritário de Amber. — Porque você tá chorando? Alguém te fez algo? Brigávam... Quero dizer... Ela era birrenta, mas me protegia e eu não entendia isso. — Só vou sentir saudades — falei e senti sua mão em meu ombro. — Daqui a um ano você está de volta. Aliás, pegue isso — ela diz me entregando algo , como esprei — É esprei de pimenta. Use em qualquer engraçadinho por lá. — Ah! Obrigada — dei um pequeno sorriso. — Vem cá! — ela me abraçou — Se cuida mesmo. Não vou está lá pra te proteger de sua lerdeza — Você é uma chata, e eu não sou lerda, sou cega, e se você não sabe, pessoas com deficiência visual tem um mais dificuldade pra praticar algo, "VER" algo — sorri limpando as lágrimas e lembrando dele novamente. — Está na hora, querida — madrinha falou. — Certo — falei — Até daqui a um tempo, Amber. Diga obrigada a seu pai por tudo. — Ok — Celine!! Hey! — escutei a voz de Otávio. Era tipo o caseiro. Fazia tudo quase ali. Era novo assim como eu e Amber, talvez uns quatro anos mais velho. Eu não gostava de sua aproximação, presença. Me trazia algo r**m. Uma lembrança que eu não conseguia lembrar. Era confuso. — Oi, Otávio — digo. — Boa viagem — Obrigada — sorri — Sai de perto, Otávio. Para de ser um tarado e vai fazer seu trabalho. — Amber falou bem no cru. Sim. Ela fala tudo, e fala mesmo. — Amber! — Vai logo, Celine. Cuida dela, Lua. — ela diz para minha madrinha. — Se cuida também, Amber — a madrinha diz. E então pegamos rumo a Londres, para uma nova etapa da minha vida. Uma etapa que está faltando uma pessoa, mas ele não me entendeu. ENZO Sai dali com um aperto no coração. Sim. Eu sou um egoísta! Ninguém nunca saberá o que estou sentindo. Ninguém. Isso não pode ser só paixão. Não pode. Tanto tempo a conhecendo, saindo com ela, vendo o quão doce ela é; Linda, Amável. Cheguei no meu apartamento não querendo mais pensar nela. Não querendo pensar que ela irá passar um ano fora. O que eu vou fazer? Eu não deveria! Mas não consigo controlar meu desejo. Subi as escadas e fui para meu guarda roupa. Abri gaveta de meias, e lá no fundo, peguei alguns frascos de bebida que deixei ali. Eu parei com isso, parei mesmo depois do tratamento com meu psicólogo. Ainda estou tento esse tratamento. Abri a tampa e me sentei na cama, olhando para a bebida na minha frente. "você não pode" — Eu não posso — falei para mim mesmo, me controlando, apertando os olhos e as mãos em volta do frasco — Não posso! Vício é tão difícil! Vício desgraçado! Virei o primeiro gole e depois desse primeiro, não consegui mais parar, e novamente eu falhei e cai nesse vício terrível. Eu já estava delirando. Pensando em coisas idiotas. Escutei quando meu celular tocou, e era Heitor. Desligue na mesma hora não querendo falar. Depois Magno ligou, mas eu não atendi Quando Bianca ligou, não consegui recusar. Atendi e coloquei no viva voz. — Fala, Bianca?! — Você tá bêbado? ENZO! — O que você quer? Fala logo ou eu vou desligar. — O filho de Heitor nasceu! Onde você tá? No seu apartamento? Não sai daí. E então ela desligou. Não passo de um alcoólatra apaixonado e perdido. — Olha o que você fez comigo, Celine...

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