Ajudando na cozinha

1153 Palavras
Três dias se passam após o confronto com os sobs. Depois daquele dia, muita coisa mudou. Após a derrota de Boz, que havia morrido, os sobs fizeram uma aliança com os monges. Eles iriam estar dispostos no que eles precisassem, sem restrições. Depois de uma semana cansativa de treino e preparo para entrar em conflito os sobs, os Monges Mestres liberaram nossos heróis para fazerem o que quiserem. Tabu e Haru decidiram ficar, porque eles queriam garantir a maior segurança para os monges, já que poderia acontecer algo parecido com o que houve anteriormente. Lídia e Okiku estavam conversando entre si, com Shiku, ainda na Terra Monge. - "Mano", se eu disser que "tô curtindo esse lance" da natureza, de sentir a brisa e "tal", me dá uma paz interior, que só vendo "pra" crer. - Sim, a natureza deste lugar sempre transmitiu muita paz em nossos corações também.- disse Lídia.- Eu às vezes paro para pegar um ar fresco, ainda mais agora, que temos que proteger os monges de ameaças mais poderosas. - Sim.- disse Okiku.- Diferente da Dimensão Kugutsu, o Mundo dos Humanos é bem interessante, mas eu acredito que não conheço 100% o estilo de vida de vocês. - Vai conhecer agora.- Aparecia Mega Boy.- Gente, como os Monges Mestres nos liberaram para fazer o que quisermos, queria convidar vocês para irmos para Xangai. Estou louco para voltar a trabalhar. - "Pra" quê? O teu "patrão" não me quer lá.- disse Shiku. - Pode ser que ele mude de ideia. Vamos ver como está lá, Shiku, depois pode voltar, caso se sinta desconfortável. - "Tá na mão". — "O que significa isso? Será que os humanos possuem forma única de se comunicar?"- pensava Okiku, que não entendeu o que o hippie quis dizer. Iam então os cinco. Mega Boy, Shiku, Lídia, Okiku e Zoko, que fora chamado mais tarde para ir com eles. Eles levaram certo tempo para chegarem em Xangai, já que era uma cidade longe, comparada à distância relacionada à Terra Monge. - Nossa.- dizia Okiku.- Sério que os humanos moram aqui? - Sim.- disse Zoko. - Muito "manero" esse "monte". - Ali é onde eu trabalho.- disse Mega Boy apontando para o seu local de trabalho. O restaurante de seu pai de criação, amigo da família. - Vamos entrar.- disse o garoto e lá iam os seus amigos com ele. Chegando lá, dava para ver que ficou um pouco mais movimentado do que o normal. - Nossa, está bem cheio aqui.- disse Lídia. - Quanto "cupincha".- disse Shiku. - Sempre foi movimentado esse lugar, Mega Boy?- indaga Okiku. - Não. Hoje que foi, pelo que posso ver. Saía da cozinha Lú Xian, que estava todo arrumado. Ao ver Mega Boy e seus amigos, ele fica surpreso. - Mao-Chang! Até que enfim você veio!- Ele corria para abraçar seu filho de criação e assim fez. - É bom ver você também, Lú Xian.- disse o garoto. - Estava na hora de você voltar. Vamos, eu lhe explico o que houve no caminho para o mercado. — Não sabia que o nome dele era Mao-Chang.- disse Zoko. - "Se ligou" agora, "truta"? Iam então fazer compras, nossos heróis e Lú Xian. Este falava: - Depois que você foi para a Terra Monge, as coisas no restaurante mudaram. Foi complicado contratar novos funcionários e do nada apareceram mais clientes para atendermos. A partir daí, as coisas não vêm dando muito certo. Preciso que você e seus amigos fiquem em Xangai pelo menos até eu conseguir novos funcionários. - Quantos você já tem?- indaga Zoko. - Eu preciso de mais cinco e tenho cinco. Dois empregados de mesa e três cozinheiros, mas a demanda é tanta, que não estamos dando conta. Às vezes eu preciso ajudar. - Entendi. - Bem.- disse Lídia.- Eu sei cozinhar, assim como o Zoko. Mega Boy pode ser o garçom, já que ele fazia esse trabalho também. - Também quero ser garçonete.- disse Okiku.- Quero ter maior contato com os humanos. Lú Xian às vezes olhava meio assustado para a kugutsu, mas, em simultâneo, sabia que ela não iria fazer nenhum m*l. - Vou topar a "parada" de ser garçom também. Isso se o "patrão" deixar. - Shiku, pare de me chamar assim. Eu tenho nome. E sim, pode ser garçom também.- disse Lú Xian, que não mostrava ter gostado do apelido que o hippie lhe dera.- Bem, vamos começar amanhã então. Estejam preparados. - Certo!- diziam nossos heróis. Chegavam no mercado e faziam as compras que eram necessárias. As pessoas se admiravam com o paradeiro deles, ainda mais Okiku, que chamava maior atenção. Por conta disso, ela ficava sem graça, mas não muito desconfortável. À noite, eles estariam na casa de Mega Boy. Eles haviam jantado, menos Okiku, que não tem necessidades fisiológicas e não dorme. - Fazia tempo que não trabalhava no restaurante. Estou louco para começar.- disse Mega Boy, que se deitava em uma cama que tinha no chão da sala e com ele estava seus amigos. - "Vô gastar" como garçom. - Shiku, pare com essas gírias, por favor.- disse Lídia, fazendo voz de lamentação. - Deixe ele. Eu não me importo com o seu modo de fala, mas às vezes eu não entendo.- Zoko ria. - Muito bem, gente. Boa noite. Eu irei admirar um pouco a noite que está tão bela.- disse Okiku. - Certo.- Mega Boy bocejava e começava a dormir, assim como o resto de seus amigos, que também se acomodavam. Okiku fazia o que ela disse. Se teleporta para o telhado e começava a admirar a noite, que tinha um belo luar. As estrelas brilhavam muito e às vezes apareciam uma ou outra estrela-cadente. Amanhecia. Todos estavam prontos para o grande dia. Nossos heróis iam com Lú Xian para o restaurante e lá encontravam seus funcionários, que estavam conversando entre si. - Bom dia, gente.- dizia Lú Xian para eles. - Hoje eu quero apresentar a vocês os funcionários "temporários". - Oi!- diziam os funcionários e os nossos heróis retribuíam. - Estes são Mao-Chang, que já trabalhou comigo, seu amigo Shiku, Lídia, Okiku e Zoko. - Prazer em conhecê-los.- dizia um dos funcionários. - O prazer é nosso.- disse Mega Boy. Eles então começaram a conversar para se conhecerem melhor até que chega a hora de atender os clientes. O restaurante abria e todos assumiam os seus respectivos setores. - Bom dia.- Mega Boy atendia duas garotas.- No que posso ajudá-las? - Vamos querer comida japonesa. Qual tipo você nos oferece? - Temos sushi, sashimi, temaki... - Vamos comer sushi. - Certo. Vão beber algo? - Que tal um suco de laranja? - Certo. Mega Boy levava o pedido delas para o pessoal responsável na cozinha. Um deles pegava e começava a ler o que se pedia. E assim iriam nossos heróis, ajudar no trabalho do garoto. Será que eles se sairão bem não estando nas lutas?
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