Mistério

1258 Palavras
Nossos heróis continuavam a atender os clientes que o restaurante recebia. Era uma correria grande, mas se comparado como antes, dava para lidar com o movimento. Mais tarde, apareciam duas pessoas com uma aparência gótica. Um homem e uma mulher. O homem tinha cabelos negros, não muito grandes, pele branca e usava um t**a-olho. Suas roupas era estilo chinesas, mas de coloração preta. A mulher que estava ao seu lado tinha os cabelos laranjas tingidos nas pontas. Tinha a pele branca e usava batom preto. Suas roupas também eram da mesma cor. Eles chamaram atenção de algumas pessoas, que ficaram um pouco intimidadas, mas ainda assim, não foi nada muito preocupante para nossos heróis. Mega Boy, Shiku e Okiku eram os empregados de mesa. Lídia e Zoko ajudavam na cozinha. - Bom dia. No que posso "apoiar"?- indaga Shiku para o homem e a mulher, que a recém chegavam. — "Mas que aura sinistra. É como se fosse de alguém próximo de deus."- pensava o homem.- Bom dia, meu jovem. Eu gostaria de provar um pouco dos famosos pastéis de feijão que tem neste restaurante. - "Tá na mão, chefe."- disse o hippie, anotando o pedido do homem.- E para a "novinha"? - "Novinha"?- A mulher pareceu um pouco ofendida.- Se eu fosse você, moderasse a língua, rapaz! - Acalme-se, Crow.- dizia o homem.- Ele não fez nada de m*l. Claro, lhe chamou desse jeito, mas não há motivo para se alterar. - Está bem, Dead.- disse a suposta Crow, que parecia não ter gostado que ouviu.- Eu vou querer o prato do dia, então. - "Belê". "Tá na mão, chefia".- Shiku saía todo empolgado e entregava o pedido para Zoko. Okiku atendia um jovem rapaz, que estava todo engravatado. Ele aparentava muito ser uma pessoa da época pós-Primeira Guerra Mundial. A kugutsu dizia: - Bom dia. No que posso ajudar? - Bom dia, moça. Tudo bem? - Tudo sim! Obrigada!- Okiku havia se encantando com a educação do rapaz. - Bem, eu gostaria de experimentar o melhor prato coreano que este restaurante tem. Pode me oferecer isso, princesa? Okiku ficava roxa de vergonha. Em seguida, ela dizia: - Sim, posso sim. - Obrigado. Estarei esperando pelo encantamento deste prato, que quem sabe possa me encantar mais do que você com a sua aparência bela e exótica. Okiku estava ficando mais sem graça e pediu para se retirar. Ela entregava o pedido para Lídia, que via ela toda sem jeito. - O que houve? - Nada não.- Okiku ficava mais roxa e saía. A loira lia o pedido e começava a fazer o prato, sem entender o porquê da kugutsu ficar daquele jeito. Liú Xian observava o trabalho dos seus funcionários e dos amigos de Mega Boy. Às vezes ele dava apoio para o pessoal que cozinhava. Às vezes ele ousava fazer alguns pratos pendentes que estavam para alguns clientes e assim se sucedia. Mega Boy estava cansado. Decidiu se sentar um pouco em uma cadeira que tinha perto do balcão do restaurante. Ele olhava para os clientes que comiam satisfeitos. Alguns ainda esperavam pelos seus pratos e outros que estavam sendo atendidos. - Minha nossa, incrível como cresceu o atendimento aqui.- disse o garoto. Quando ele passou o olho em Dead e Crow, ele sentiu um clima pesado naquele lugar. — "Mas... O que é isso? Sinto como se uma energia negativa e cheia de ódio de morte tomasse conta deste lugar."- pensava o garoto.-"É como se no meio de tanta alegria e boa produtividade, estivesse um m*l que molestasse quem quer que sentisse isso." - Mega Boy, o prato da mesa 4 está pronto.- disse Lídia, que deixava o prato no balcão e via o garoto preocupado. - O que houve? - Olha só. - Diga. - Você não sente um clima pesado aqui? - Clima pesado?- Lídia parava para sentir algo.- Desculpe, mas não. O que houve? - De repente senti algo que não está certo por aqui. Mas não identifico o m*l que há. A loira parava para pensar nisso um pouco e dizia: - Você sabe cozinhar? - Sim. - Troque comigo então. Eles decidiram fazer isso. Mega Boy passou a ser o cozinheiro e Lídia a garçonete. Shiku levava o prato da mesa 5, que era um grupo de garotas e ele dizia: - Bom "proveito", "gatinhas". As garotas gritavam por Shiku. - Lindo! - Amei ele! - Esse é para casar! O hippie ficava um pouco sem graça e continuava o seu trabalho. - Okiku!- Zoko gritava para a kugutsu, que ia correndo até ele.- Mesa 6, está pronto o prato. - Obrigada. - Olha só, você não quer trocar comigo? Estou cansado de ficar cozinhando. - Sim, eu quero.- disse a kugutsu. - Certo. Eu levo o prato da mesa 6 e você assume a cozinha. - OK. Eles então fizeram isso. O semideus pegava o prato destinado à mesa 6 e assim ia até o local. Passavam as horas. Gradualmente o movimento diminuía, mas não parava de aparecer gente. - Incrível que o movimento não para.- disse Lídia para Shiku. - Fazer o quê? É o "trampo". Eles então iam atendendo as pessoas. - Boa tarde.- dizia a loira para novos clientes, que chegaram. - Boa tarde, queria provar este prato que é difícil de pronunciar. Lídia lia e entendia. Imediatamente ela escrevia no papel e ia entregar para Mega Boy. - "Fala, minha patroa! Que manda?"- indaga Shiku para uma mulher, que aparentava ter 50 anos. - Bem, eu vou querer comer sashimi. - A mulher olhava meio assustada para o hippie. - "Tá na mão".- disse Shiku, que anotava e saía. — "Quem seriam aquelas pessoas que apareceram hoje pela manhã"?- pensava Mega Boy. - "Truta", "te liga".- disse Shiku, que dava a folha de papel para seu amigo, que estava distraído com os seus pensamentos. - Desculpe. Estava pensativo apenas.- O garoto ia fazer o prato. E assim, depois de muita correria, chegava o término do expediente. - Estou esgotado. Fazia tempo que não trabalhava aqui.- disse Mega Boy. - Também estou cansada.- disse Lídia. - "Tô" exausto, "tá ligado"?- indaga Shiku. - Também estou cansado.- disse Zoko. Okiku nada dizia, apenas lia uma revista. - Obrigado por hoje, pessoal. Podem ir descansar agora.- disse Liú Xian. Eles então pegavam suas coisas e saíam do restaurante. Estavam se despedindo do pai de criação de Mega Boy. - Muito obrigado por hoje. De verdade! Vejo vocês amanhã!- Lú Xian ia se despedindo de nossos heróis, que respondiam pelas suas saudações e iam saindo. Eles iam conversando. Saíram depois dos funcionários que já trabalhavam no restaurante. - Que dia movimentado. Antes não era assim. - disse Mega Boy.- Aliás, ninguém sentiu nada de estranho hoje? Um clima pesado logo pela manhã? - Clima pesado? Do que está falando?- indaga Zoko. - Senti como se algo de r**m estivesse no nosso meio para nos atormentar e, em simultâneo, não tivesse esse objetivo. - Eu não senti nada.- disse Lídia. - Negativo.- disse Shiku. - Não senti.- disse Zoko.- Acredito ser a emoção de voltar a trabalhar. Vamos para casa. Estou com sono e louco para dormir. Eles então iam. - Eu acredito em você, Mega Boy. Também senti a mesma coisa.- disse Okiku. - O que será que pode ser?- indaga o garoto. - Não sei dizer. Mas é bom estarmos preparados. - Tem razão.- Mega Boy parecia suspeitar de algo. E assim, um dia se passava. Que energia negativa misteriosa era aquela. E quem são Dead e Crow?
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