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Meu Harém Bestial - Domando 5 Demônios Poderosos

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Sinopse

Meu Harém Bestial : Domando 5 Demônios Elementais Dania Oliveira faleceu ao bater com a cabeça e reencarnou em um mundo fantasia dominado pelo Matriarcado onde as fêmeas são deusas sagradas e o machos são vistos como seres inferiores e submissos. Ela renasce como Juliet uma princesa mimada que foi assassinada por um de seus maridos bestiais. Nessa nova reencarnação Juliet está predestinada a governar… mas nunca foi preparada para sobreviver. Para isso ela contará com a ajuda de um sistema interestelar universal paralelo para reconquistar seus maridos. SINOPSE Original da fantasia. Juliet foi criada dentro de um reino protegido por magia ancestral, a jovem princesa descobre que seu sangue carrega um poder proibido: ela é a chave para despertar — ou destruir — os cinco pilares elementais que mantêm o equilíbrio entre mundos. E eles vieram até ela. Fogo. Ar. Água. Terra. Trovão. Eles não são aliados. São armas vivas, onde eram maltratados pelo narcisismo dela. E todos estão ligados a Juliet por um vínculo que nenhum deles pode quebrar. Mas existe uma verdade que pode destruir tudo. Esses cinco demônios foram criados para obedecer…e ela é a única capaz de controlá-los. Ou condená-los. Quando a lua sangrenta surge no céu pela primeira vez em séculos, a jovem princesa descobre que o mundo está ruindo sob forças que nem mesmo os deuses conseguem conter, Juliet terá que aprender a dominar não apenas seus poderes — mas também os desejos, a fúria e a escuridão de cinco seres que nunca deveriam se ajoelhar diante de ninguém. Porque, no fim…ou ela se torna a rainha deles…ou será consumida pelo próprio harém que deveria protegê-la.

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CAPÍTULO 1 - REENCARNANDO COM O PECADO
Se você nunca assistiu a um anime de harém reverso, eu aconselho muito. Esse livro é baseado em algumas histórias românticas onde a protagonista é uma deusa sagrada.🫦 É envolvente, fascinante e viciante. 📜NARRAÇÃO EM TERCEIRA PESSOA* A morte foi rápida. Estúpida. E completamente ridícula. Dania não viu o degrau. Não viu o fim. Só sentiu o impacto seco contra o chão… e então o vazio. Silêncio. Escuridão. Nada. _ Até que a dor voltou. Mas não era a mesma dor. Era mais profunda. Mais antiga. Como se não pertencesse apenas àquele corpo. Sistema - “REINICIALIZAÇÃO CONCLUÍDA.” A voz não vinha de fora. Ela ecoava dentro da mente. Era como se existe outro ser além dela, dentro dela mesma. Fria. Mecânica. Inumana. - Que loucura! “Sistema Interestelar de Conquista ativado.” Dania tentou abrir os olhos… e conseguiu. Mas não estava mais onde deveria. O teto não era branco. Era dourado. Luxuoso. Irreal. Seu corpo estava diferente. Mais leve. Mais… refinado. Mas havia uma ferida em seu peito. — O quê…? - inclinou o pescoço avaliando ao seu redor. Sistema: “Identidade atual: Juliet Aurelian, princesa do Reino de Elaris.” O coração dela disparou em confusão interna. — Isso é algum tipo de… sonho? Sistema: “Correção: reencarnação confirmada.” Silêncio. Pesado. Sufocante. Memórias que não eram dela começaram a surgir. Um trono. Correntes. Gritos. Homens ajoelhados. Sangue. E ela… Sorrindo. Dania arfou. — Não… isso não sou eu… Sistema: “Erro. Essas memórias pertencem à sua encarnação anterior.” O mundo pareceu inclinar. Ela viu no espelho da sua mente. Cinco homens. Marcados. Feridos. Subjugados. Cada um diferente. Cada um… perigoso. E todos olhando para ela com a mesma feição. Ódio. — O que foi que eu fiz…? — perguntou a si mesma. Sistema: “Resumo da encarnação anterior:” “Você escravizou, torturou e dominou cinco entidades elementais de alto nível.” “Status emocional deles: hostilidade extrema.” “Probabilidade de assassinato contra você: 98,7%.” O ar sumiu dos pulmões dela. — Então… eu vou morrer de novo? Sistema: “Confirmação parcial.” Sistema: “Condição de sobrevivência: conquistar emocionalmente os cinco alvos.” Silêncio. Dania riu. Uma risada baixa. Sem humor. — Você quer que eu conquiste… homens que eu torturei até quase destruir? Eles vão me m4tar assim que me virem. Sistema : “Correto.” Essa resposta a rasgou. — Isso é impossível. Não dá. Sistema:“Recusa não é uma opção.” A voz ficou mais fria. Mais cortante. Sistema: “Penalidade: eliminação da alma.” O coração dela gelou. — E se eu contar isso para alguém? Sistema: “Resposta: execução imediata.” Silêncio absoluto. Agora não havia escapatória. Dania fechou os olhos lentamente. Quando abriu novamente… viu seu reflexo no espelho do quarto. Ela não era mais Dania. Dania agora não existe mais. Era Juliet. Em sua total aparência física. Cabelos negros, olhos castanhos, corpo escultural. E estava presa em uma história que ela mesma criou. Juliet se levantou com dificuldade observando a sua própria ferida. Ela fora atacada anteriormente. Havia a possibilidade de um de seus cinco maridos terem-na atacado. Caminhou devagar até a varanda do castelo, como se fosse guiada por algo que não entendia. Seu corpo dolorido sabia o caminho. Mas sua mente gritava afirmando para si mesma. — Isso não pode estar acontecendo… A lua estava vermelha. Grande. Observando. Julgando. Sistema: “Alvo 01 se aproximando.” O aviso veio como um sussurro mortal. —O quê? Quem está se aproximando? - perguntou , mas a resposta não veio de imediato em palavras do sistema. Antes de qualquer resposta, então ela sentiu. O calor. Não natural. Não humano. O ar queimou. O espaço tremeu. E o mundo pareceu se dobrar. Ele surgiu. Como uma explosão contida. Magnus. Seus olhos encontraram os dela no mesmo instante. E Juliet soube. Naquele exato segundo. Ele se lembrava. Não como alguém que esqueceu. Mas como alguém que esperou. Magnus, o demônio do fogo, impulsivo e destrutivo, cuja presença queima tudo ao redor — inclusive qualquer chance de controle. — Você… — a voz dele saiu baixa, carregada de algo que não era apenas raiva — finalmente voltou. — seus lábios se curvaram para um sorriso, diabólico, ou até enigmático, Frio, sem qualquer chance de leitura. O corpo de Juliet travou. — Eu não sei do que você está falando— se afastou alguns passos para trás. Mentira. Ela sabia. Ele riu. Mas não havia humor. — Engraçado… — ele começou a caminhar lentamente em direção a ela, enquanto recuava andando para trás na mesma sintonia. — você costumava ser melhor em fingir. O coração dela disparou quando percebeu que não havia mais como se afastar. Em suas costas estava apenas uma parede, impossibilitando qualquer tipo de fuga. Sistema : “Alerta: hostilidade elevada.” Magnus parou diante dela. Muito perto. Perto demais. Era impossível não sentir a sua respiração. O ar ficava cada vez mais denso. Seus dedos se ergueram… E tocaram o queixo dela.Com força.Obrigando-a a encará-lo. — Sabe qual é a melhor parte? — ele sussurrou Os olhos dele brilharam em chamas. — Eu me lembro de tudo. Um arrepio percorreu o corpo dela. — Cada ordem… — a voz dele ficou mais baixa, mais densa. — cada dor… cada vez que você nos quebrou. Juliet prendeu a respiração. — E agora… — ele inclinou o rosto, quase encostando no dela — você está aqui… viva ainda? Sozinha. Fraca. Sem poder de defesa. Juliet era apenas uma fêmea de força mental nível F. O mais baixo nível possível. Silêncio. Então ele sorriu. Devagar. Cruel. — Finalmente… é a minha vez. O coração dela quase parou. Sistema: “Dica do sistema: estabelecer vínculo antes da quebra total." Cala a boca e pensa numa solução… Ela sussurrou mentalmente. Sem escapatória recorreu para o apelo psicológico. —Não... você sabe .. digo, mat4r uma fêmea é crime grave, a pena é a máxima, execução. Mas Magnus não se moveu. O seu toque hostil ficou cada vez mais intenso. Seus olhos estreitaram. — E o que isso me importaria? Estamos a sós, ninguém vai nos ver. E mesmo assim eu não quero viver. — ele murmurou. —NÃO!!! - ela gritou. Juliet engoliu em seco. — Eu não sou mais quem você pensa, por favor acredite. Ele hesitou, mas ainda assim segurava seu maxilar com mais força, quase a estrangulando. —Não me interessa quem diabos você seja, o que eu mais quero agora é me livrar de você e me libertar do seu vínculo, sua prostituta barata. Silêncio. Perigoso. Magnus a observou como um predador analisando presa. Mas o silêncio ensurdecedor foi quebrado com o bater da porta. — Mestra você está aí? — era a voz de um servo. Magnus virou o olhar para a porta suspirando pesadamente fundo em frustração. E se afastando lentamente lhe deu um ultimato. —Haverão outras oportunidades. - disse apontando o seu dedo indicador. "Pois será ainda mais interessante te quebrar de novo." - pensou ele dando as costas. Aquilo não era uma ameaça, era uma promessa velada. Dizendo isso ergueu a sua capa e desapareceu deixando a fumaça em cinzas para trás. —Uffa. - ela respirou de alívio. —Essa foi por pouco. Sistema:“Alerta Alvo 02 se aproximando.” —Mas já? Nem me recuperei ao menos! - ela protestou. Ao abrir a porta ela se depara com o seu servo e segundo marido bestial. Sterpherson. —Você acordou. Vim fazer o seu curativo. - ele disse em tom seco e desdenhoso. E Juliet percebeu o seu tom de hostilidade. Ele a servia contra a vontade. Era perceptível. Seu olhar, sua linguagem corporal, seus gestos, o afastamento, tudo indicava que esse a odiava tanto ou mais que o primeiro. Sterpherson, o mensageiro lunar, sua origem está envolta em mistérios. Ele capaz de atravessar dimensões e manipular o trovão lilás que ecoa entre mundos. De longe era um dos bestiais mais fortes e poderosos. Agora estava apenas limitado a afazeres domésticos sendo o seu cuidador pessoal Juliet voltou em suas memórias procurando o seu passado com Sterpherson. Ela havia o comprado com escravo para usá-lo como moeda de troca, roubando o seu cristal de Uranus, fonte de seu poder supremo, que mais tarde foi perdido em um jogo de cartas. "A antiga versão dessa tonta ainda era viciada em jogos de azar." Deu um tapa em sua própria cabeça ao lembrar. —Mestra , o curativo. - Novamente ele a despertou do seu próprio transe. Ouvindo isso olhou para o seu próprio ferimento. "Sistema alguma porção de cura para cicatrizar isso?" Sistema: "Porção da cura ativado , 50 moedas , saldo 70 moedas, para adquirir mais é necessário concluir a missão de conquista." "Troca" Sistema: "Moedas descontadas, poção de cura ativado, saldo atual 20 moedas." E no mesmo instante , a sua ferida já estava praticamente curada. —Não precisa, olha só, já estou bem melhor, obrigada. - respondeu para ele. Sterpherson estranhou. "Como assim ela disse "obrigada?" Pensou consigo. "Provavelmente a pancada na cabeça foi forte." Ainda assim Magnus não era o maior problema. Ele era apenas o primeiro. Sterpherson era o segundo. Todos eles a odiavam, e ela... Precisava agir o quanto antes!

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