Santiago
O cheiro bom que ela exala estava me deixando e******o, m*l estava me contendo para não fazer alguma bobagem.
— Você não sabe o quanto eu estou te desejando Maquini. — Disse sussurrando baixinho em seu ouvido.
Antes mesmo que eu pudesse falar mais alguma coisa ele tomou minha boca novamente, em um beijo quente e feroz. Cravando suas unhas em minhas costas estava sendo pra mim como um pedido de investida a mais. Tirei a blusa que ela vestia deixando apenas a lingerie exposta, a areia lambuzando nossos corpos.
— Você é tão linda! — Enquanto eu me sentia o cara mais especial, ela fazia questão de tocar meus músculos a cada beijo que me dava.
— Acho que podemos deixar os elogios para depois…
Estávamos despidos quando eu a levantei e a peguei no colo levando até à água, nossos corpos nus e completamente colados um ao outro, eu senti mais desejo ainda por ela. Deslizei a mãos esquerda até seu sexo que mesmo debaixo d'Água dava pra sentir a excitação dela, distribuí beijos leves e quentes por todo seu corpo até chegar em seus s***s, o gemido dela era mais que satisfatório para mim, jamais pensei que eu poderia viver um momento tão romântico assim em toda a minha vida.
Alguns minutos massageando o c******s dela eu introduzi dois dedos e com movimentos de vai e vem ela se contorcia para trás, cravando as unhas em meu pescoço e fixando o olhar dela ao meu.
— Santiago… se continuar desse jeito eu vou gozar muito rápido.
— Você é livre para gozar o quanto quiser, eu estou aqui pra te satisfazer!
O gosto de vinho estava impregnado em sua boca, e mesmo sendo apenas uma garrafa eu sei que ela deve ter ficado bêbada.
Maquini
O p*u dele estava tão ereto que eu estava sentindo ele encostar na minha b****a, perdi a lucidez quando senti os dedos dele dentro de mim, fazendo com que os meus gemidos fossem automáticos. Com as unhas cravadas em seu corpos eu estava em puro êxtase, meu corpos estava explodindo de desejo e depois de anos eu estava tendo um toque carnal novamente, é como se tudo isso fosse a primeira vez novamente, até porque eu nem lembro como foi a minha primeira vez.
Em meio aos beijos eu peguei em seu m****o e o fiz me olhar nos olhos, eu estava completamente louca de desejo por ele, quase implorando para ser fodida ali mesmo, mas eu ainda tenho medo que possa vir doer, pelo tamanho que eu pude sentir isso pode vir fazer um grande estrago dentro de mim.
Fui suspensa e entrelacei minhas pernas em sua cintura, fazendo cada toque ser mais que satisfatório.
— Eu não quero te machucar, tem certeza que é isso que você quer? — A minha voz por um momento parece que sumiu, acenei com a cabeça que sim, era ele que eu queria e muito, era ele que eu quero dentro de mim e somente.
Sentir como se estivesse sendo invadida por algo muito grande, mordia os lábios inferiores tentando conter a dor sem ter que demonstrar tanto.
— Você é virgem? Eu não quero te machucar. — Bem, o que eu posso dizer? Que não, mas já fazem mais de cinco anos que eu não transo?
— Não, mas, se puder ir devagar eu vou agradecer depois… — E como vou!
A penetração foi maravilhosa, senti como se meu hímen estivesse sendo rompido pela primeira vez, os primeiro minutos foram de dor, mas depois que o prazer tomou conta de nós dois foi tudo maravilhoso. As estocadas na água não são tão rápidas porque não é possível fazer muitos movimentos quando se está sem pé.
Fui conduzida em seu braço até a areia e novamente deitada, novamente senti os dedos me penteando outra vez, mas desta vez foi muito melhor, era como se eu estivesse indo a outra dimensão elevada pela loucura.
— Hum… Sant, eu vou… — O grito de prazer que saiu da minha garganta nem eu mesmo pude conter o tamanho do prazer que estava sentindo.
O puxei para um beijo mas fui impedida de fazer o tal ato, com a ponta da língua deslizando pelo corpo ele chegou até minha b****a passando a ponta da língua em cada parte dos lábios inferiores, automaticamente minha costas saíram do chão e deram uma leve contorcida para cima, agarrei seus cabelos levantou a cabeça para ver a bela cena, não fazia ideia que poderia ser tão bom ter a alma sendo sugada pela b****a.
Com as pernas apoiadas em seus ombros eu sentia como se eu fosse aquela garota de 18 anos que experimentava tudo isso, mas de forma muito louca.
Com seu corpo novamente em cima do meu ele penetrou novamente com mais calma e delicadeza.
— Estou te machucando? — Perguntou ofegante entre alguns suspiros e com o receio da minha resposta.
— Não, cala a boca e continua. — Puxei seu rosto para mais perto do meu e o beijei, com mais desejo ainda que da primeira vez.
Não demorou muito pra ele gemer alto, sinalizando que estava gozando, levou suas mãos até meu pescoço e eu juro que se eu morresse sem ar agora eu não me importaria. O jato de g**o quente dentro ainda dentro de mim em fez voltar ao normal, eu não posso engravidar agora nem fodendo, ainda por cima de um estranho.
— Acho que é melhor a gente voltar agora… — Supus, pegando as roupas que estavam sob a areia e quase molhadas.
— Não precisa de toda essas roupas, veste a minha camisa e vamos. Não precisa vestir calcinha, mas a curiosidade está me matando, tudo isso era pra mim mesmo ou você apenas tem bom gosto?
— Posso dizer que os dois! — Sorri como uma doida apaixonada, Maquini, acorda, tá na cara que esse cara é bom demais pra você. Eu não estou em condições de me apaixonar agora, tenho muitas coisas para resolver ainda, por que tudo pra mim se torna tão difícil?
— Então acertou bem na peça, me deixou louco mesmo antes de vê-la. Posso te fazer algumas perguntas? — Não pode ser, será que ele agora vai querer bancar o detetive?
— Se eu não me sentir à vontade pra responder, vai ficar tudo bem?
— Claro, eu quero te deixar o mais livre possível. — Isso foi como um balde de água fria sobre mim, será que somente eu estou me sentindo boba depois da nossa f**a?
— Quanto tempo faz que você saiu da clínica?
— Bem, esse é um assunto muito pessoal e não quero te fazer achar que eu sou alguma louca, mas se quiser saber mesmo eu vou te contar tudo, mas… você tem que prometer que não vai se afastar de mim depois disso, eu ainda preciso da sua ajuda pra algumas coisas…
— Eu já disse que não vou te deixar na mão Maquini, pode contar comigo pra o que for, eu estarei ao seu lado. — Ele se aproximou e passou o braço por volta do meu pescoço, me puxando para um beijo e pra perto dele.
— Eu sair da clínica naquela noite em que você quase me atropelou, lembra?
— Claro que eu lembro, aquele dia foi doido pra todo mundo eu acho, mas eu quero saber como era sua vida antes de ser internada.
— Meu pais morreram eu tinha oito anos, então a minha tia quem ficou responsável por mim, mas ela não era do tipo que fazia muita questão em saber como eu estava ou como eu me sentia. Eu sempre gostei de sair pra curtir com as minhas amigas, até que um dia eu conheci o Martin, ele foi meu primeiro e único namorado. Mas depois que ele me apresentou as drogas eu peguei fotos por elas e então não parei de usar, depois ele conheceu outra garota que era rica e casou-se com ela, então ali eu me vi mais perdida que nunca, minha tia sem se importa comigo, eu não tinha mais amigas pra nada e a única solução que achei foi afagar minhas mágoas em drogas e bebidas, até o dia em que minha tia ligou pra clínica e vieram me buscar, mas o estranho foi que ao invés de os médico irem foram policiais, na certa ela achava que eu tinha algo mais escondido.
— E se eu te disser que eu acho que conheço esse policial?
— É sério? Eu juro que se eu visse aquele cara na minha frente novamente eu mataria ele, certamente eu só iria está fazendo o que teve vontade de fazer comigo mas não pode.
— Sim, eu era o cara que te dopou. Sua tia estava perguntando a Louis sobre você, eu a reconheci na hora e reconheci você também depois que te vi na cafeteria, se quiser me matar essa é a hora.
— Eu sei que a Any está atrás de mim, na verdade ela só quer tudo que eu tenho, sempre quis, mas eu não vou dar esse gostinho a ela.
Com mais alguns minutos de conversa e já estávamos na casa dele, fui diretamente tomar um banho.