Capítulo 28 — Arrependimento sem fim...

1102 Palavras
Karine Passei a noite em claro e me roendo de ódio por dentro, olhei várias vezes para a casa ao lado cujo era a do Santiago e por um fio eu não fui lá. Otávio dorme feito uma pedra, é possível ouvir algumas risadas vindo de lá, com certeza ele deve estar com alguma v***a nesse momento, procurando em outros corpos o vazio que eu deixei. As janelas da casa dele estavam abertas, e por um breve momento eu tenho certeza que ouvir alguns gemidos, tenho que tomar alguma atitude antes que eu enlouqueça, tenha que engravidar desse o****o que está aqui ao meu lado pra dar um jeito de voltar para o meu Sant, maldita a hora que eu me casei com esse traste, se tudo que eu quisesse Santiago poderia muito bem me dar. — Ainda está acordada amor? Amanhã temos que ir visitar a sua mãe e não quero te ver exausta, vem, deixa aqui do meu ladinho que eu quero sentir o corpo quente da minha querida esposa. — Pode voltar a descansar amor, vamos visitar mamãe outro dia, não estou me sentindo muito bem hoje, vou tomar um banho pra ver se minha dor de cabeça ameniza um pouco. — Está acontecendo alguma coisa meu bem? Não gosto de ter assim, sabes que pode contar comigo a hora que for, eu sou teu homem e estou aqui por você. — Poderia ser fofo, não é mesmo? Mas eu não acho, Otávio é um babaca que vive de aparências, como atualmente eu estou trabalhando vendendo algumas fotos heróicas por fora do casamento, então ele certamente deve me achar bonita. — Eu só não estou me sentindo bem mesmo amor. — Comecei a pôr meus planos em prática desde já, fingi passar a mão colocando a minha sob a minha barriga o tempo todo. Santiago pode ser doido, mas eu sei que ele daria tudo por um filho, e eu vou lhe dar isso. — Será que estás grávida meu amor? Se sim, eu sou o homem mais feliz do mundo inteiro. — Também não é pra tanto Otávio, não vamos nos precipitar e me deixa quieta, volta a dormir que amanhã você tem muitas coisas para fazer que eu já vou me deitar também. Entrei no banheiro sem nem olhar para trás e ali me vi chorando, uma mulher com tudo na vida pra dar certo chorando por uma escolha que eu mesma fiz, onde eu estava com a cabeça quando decidir fazer isso comigo mesma? Me machucar desse jeito. Maquini Me sinto a vontade perto dele pra ser quem eu sou, quando entrei no banheiro logo em seguida ele veio e me abraçou forte enquanto a água escorria pelo nosso corpos. — Eu não quero me apegar agora Maquini, mas você está tornando isso possível. — Eu também não quero me apegar Santiago, eu nem sei por quanto tempo vou ficar aqui na cidade! — Disse a verdade, vai que de uma hora para outra eu precise ir até a casa que meus pais me deixaram na Rússia, além disso eu não quero ser um peso na vida de ninguém. — Então está me iludindo pra depois me deixar sozinho? — Perguntou colocando os meus fios de cabelos atrás da orelha. — Eu jamais faria isso, mas acho que já percebeu que somos muito diferentes, eu estou me readaptando a viver nesse mundo novamente, quanto você já tem suas coisas feitas e eu não quero ser um incômodo na sua vida. — E você não será, tenho certeza. — Disse sério olhando fixo em meus olhos e me puxando para um beijo quente. Quando fiquei na ponta dos pés sentindo meu corpo flutuar e a sensação foi de que estavam em chamas de tanto desejo. A cama estava logo atrás de mim e foi ali mesmo que ele me deitou e ficou de joelhos tendo a vista das minhas pernas abertas e meus sentindo implorando para sentir ele dentro de mim mais uma vez, nem que fosse só mais uma. Gemi alto quando senti a ponta da língua dele tocar meu c******s, curvei meu corpo quando senti os mesmos dois dedos dele me penetrar. Cruzei as minhas pernas em seu pescoço, segurei seus cabelos e gemi sem vergonha nenhuma na cara. — Haaaaaa Santiago… — O que você disse? — Ahhhh c*****o isso é muito gostoso… — No momento seguinte ele sugou todas as minhas energias, me fazendo delirar e não consegui segurar meu próprio grito. Gritei o prazer que eu estava sentindo aos quatro ventos e tive minha b****a toda preenchida pelo seu m****o bem avantajado… Danira Tina dorme bêbada no sofá, Sant não voltou pra casa e no computador dele não paga de chegar mensagens. — Tina, acorda, eu tenho que ir estudar hoje e prévios saber porque o Samuel não quer me atender! — Fala sério Dan, hoje é sábado, por acaso os estudos estão subindo a sua cabeça é isso? E seu irmão, ainda não chegou? — Ainda não, ele quando sai não tem dia e nem hora pra voltar. Você está horrível, faz tempo que não dorme? — Faz uns três dias que eu não sei o que é dormir, ultimamente não estou conseguindo manter minha mente focada em nada. Acho que eu preciso mudar minha rotina, começando por uma viagem. — O que tá pegando Tina? Se não confia em mim pra falar sobre suas coisas, em quem você vai confiar? Somos amigas, pode contar comigo pra o que for, por acaso essa sua baixa estima tem algo haver com o meu irmão? Porque se for eu vou te dizer que não vale a pena ficar assim não, Santiago é de momentos amiga, não vale a pena. — Eu não estou assim por causa dele, tá louca? Eu sinceramente preciso tirar férias, sabe quando você está entendida de tudo que está ao seu redor? Então, eu estou exatamente assim Danira, não estou me sentindo bem comigo mesma e eu nunca fui assim, se quiser vir comigo será um prazer. — Eu não posso Tina, Santiago jamais me deixa ficar longe dele e nem eu quero, tenho medo de nunca mais poder ver meu irmão. Espero que você faça uma boa viagem e que se encontre novamente, eu sei exatamente o que você sente. — Obrigada Dan, então eu tô indo nessa, antes de ir eu passo aqui, jamais vou esquecer de você meu bem. Depois que ela saiu eu fui fazer o café da manhã e em alguns minutos depois Sant chegou sozinho, com um sorriso estampado de canto a canto.
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