Capítulo 33 — Emergência

2770 Palavras
Danira — Sabe quantas vezes eu já te disse que isso vai dar merda? Mas você nunca me ouviu, Sant? Nenhuma, agora tá aí com o tornozelo fodido, e tem que ir ao hospital porque uma bala não vai sair com milagre não. — Foi o Max que te bateu não foi? Aquele desgraçado estava atrás de me matar hoje, e quase foi seu dia de sorte. – Ela gritou enquanto falava comigo, e isso só acontece quando ele tá bravo com alguma coisa. — Foi. – Baixei a cabeça e as lágrimas começaram a rolar. — Mas eu não tenho mais nada com ele faz tempo, ele que me viu na rua e me bateu! — Por que não me disse quando eu te perguntei? Está escondendo as coisas de mim agora Danira? Sempre foi somente eu e você, sempre te protegi e nunca deixei ninguém te encostar o dedo, e logo agora você vai me esconder isso. Eu juro que eu mato o Max, não por você, mas porque você mentiu pra mim e porque ele quase me acertou hoje. — Me desculpa, Sant, não era minha intenção esconder isso de você, mas eu sei que você iria causar estragos no Max, não que eu me importe com isso, mas não quero te ver em enrascadas por causa daquele babaca. — Agora já não é por sua causa. Agora me ajuda a tirar essa bala do meu pé que a dor tá horrível. — Eu não sei fazer isso! – Estava trêmula por dentro, ele só pode está ficando louco em fazer uma coisa dessa. — Então liga pra o Kallil ou para Maquini, chame alguém que tenha coragem porque eu não vou sair daqui pra hospital algum. É óbvio que ele está louco por causa da dor que deve estar sentindo, não vou ligar para ninguém a não ser para o doutor Julius, ele sempre cuida das feridas dele e vai saber exatamente o que fazer. Ligação Ativa — Dr. Julius, sou eu, Danira. Meu irmão levou dois tiros, um no braço que está sangrando muito o outro no tornozelo onde a bala está alojada, ele não para de dizer que está vendo o d***o na frente dele, preciso que venha aqui o quanto antes. — Que terrível, mas eu sinto muito não poderei atender o Santiago agora, estou embarcando e já estou muito longe. Mas mandarei meu filho que também é médico ir aí o quanto antes. — Obrigada Dr. estarei o aguardando. Ligação Inativa Sem pensar duas vezes eu liguei para Maquini, não sei porquê mas alguma coisa estava me dizendo que ela poderia me ajudar. Maquini — Mack, você voltou a usar aquelas porcarias novamente? Não adianta mentir pra mim porque eu te conheço, eu achei nas suas roupas um monte daquelas duas coisas, então o que você tem a dizer sobre isso? — Que é uma longa história e que eu não estou usando nada disso. Foi apenas adiantamento de um trabalho que eu fiz, veio junto com o dinheiro que eu aluguei a casa e comprei as coisas. — E o que fez pra conseguir essa grana? — Fiz meu corre Kate, você sabe que apenas uma ou duas entregas de dinheiro, e um bom dinheiro. Mas eu não vou fazer mais isso, prometo. Ela me olha com um olhar que eu não consigo esconder nada, tenho medo de algum dia mentir e ela não me perdoar, se eu estou viva hoje uma das razões é a Kate. — Sei… pode me indicar lá no seu trabalho? Quero te ajudar com as contas, afinal de tudo agora moramos juntas e você é responsável por mim durante um ano. Eu li os papéis também, fico feliz por ter me ajudado tanto. — Tu é minha fortaleza Kate, eu nem me imagino mais sem você. — Nem eu sem você! – Nos abraçamos e quando olhei o celular havia várias mensagens da Danira me pedindo pra ir lá que era urgente. Pedi para que a Kyia tomasse conta de tudo e que talvez eu não voltasse mais hoje. Esperei um táxi passar e fomos até a casa dele. Santiago O c*****o do médico está demorando e nem a Maquini veio, talvez ela não esteja tão afim assim de mim! — Estava pensando o que aí tão calado? – Ela surgiu na frente do quarto me olhando com preocupação. — Achei que não viesse. Me ajuda com isso! — Como? Eu não sou médica, meu amor. – Ela pegou minha camisa e começou a pressionar meu tornozelo, Danira já havia enfaixado o meu braço que pare um pouco de sangrar. — Tira essa bala do meu tornozelo. Ali dentro tem cachaça, pega um pouco e coloca em cima depois eu vou te dar um bisturi e você tira isso. — Você está ficando louco? Eu nunca fiz isso, tenho medo de te machucar. — Me ajuda Maquini, Danira é uma fresca e isso pra ela é muita coisa. A Kate também veio, mas agora eu não tô muito pra conversar, a dor desse c*****o intensa. — Beleza, por onde eu começo? Não vai puxar o pé, pelo amor… Mostrei a ela onde ficava a cachaça e o algodão, Danira deu um bisturi a ela, porém com receio e quase desistindo de dar aquele c*****o nas mãos dela. Ela encharcou o algodão e em seguida espremeu bem em cima do furo onde estava a bala dentro. Ardeu pra c*****o, mas eu conto o meu grito o quando menos pensei eu estava segurando a mão dela, ela já estava tirando o plástico do bisturi e estava encharcado o mesmo com álcool também. — Preparado? Quer colocar algum plano na boca? — Não, eu aguento dor e isso daí pra mim não é nada. — Humm… quero só ver se é isso tudo mesmo! – Antes que eu respondesse ela colocou o bisturi de lado e enfiou dois dedos lá dentro, segurou a bala e rodou a mesma dentro da pele, em seguida puxou os dois dedos e estava com a bala entre os dedos e com a mão melada de sangue. — Você é boa nisso. – A dor agora ficou pior, ela derrubou álcool em cima sem nenhuma dó de mim, ela ainda ria e me olhava com os lábios molhados. — Até que não foi tão difícil, mas acho que ainda precisa de uns pontos nisso aí. Cuidado, se não cuidar direito pode infeccionar. Danira Não acreditei quando vi a Kate na minha frente, mas eu nem tive tempo para abraçá-la, quando finalmente tudo voltou ao normal eu a abracei como se não houvesse amanhã, minha respiração estava ofegante demais e eu não pude conter a felicidade que estava dentro de mim. — Garota, vive está enorme. Onde anda a ordinária da sua mãe? — Sei lá, ela me abandonou e foi embora, inventando uma falsa doença. Depois disso eu não soube de mais nada sobre ela, mas o que vocês estão fazendo morando por aqui? — A gente veio pra ficar, aquele lugar lá estava acabando com a nossa auto-estima. Era só casa e trabalho, além do mais perdemos nossos pais ali e eu nunca iria me conformar com isso. — Entendi, mas de onde conhecem a Maquini? — Sant dá uns pegas nela de vez em quando, ela é legal e já a considero até da família. – Ela me olha sentada ao lado do Sant e ri. Conversamos mais alguns minutos até que eu reparei nós dois sentados no chão, ele conversava com ela sentada ao lado dele e ele acariciando os cabelos dela, os olhos dele brilhando ao olhar pra ela e dando beijinhos de leve. Ela levou e o levou até o banheiro ainda vestido, creio que já dentro tenha se visto nus. — Danira, por favor quando sair fecha a porta e não entra que eu posso estar vestindo a roupa. — Certinho. Fui com a Kate até o meu quarto enquanto estávamos bebendo cerveja e colocando os assuntos em dia, tem muitas coisas que ela não sabe, por exemplo, que viemos morar aqui porque o Sant matou a noiva e o amigo depois que um flagra dos dois juntos. Santiago — Você foi bem nisso, valeu. Agora eu acho que poderíamos tomar banho juntos já que você também está toda suja. — E o que eu vou vestir? — Esquece disso e entra aqui comigo, eu não consigo me segurar em pé. — Tudo bem. – Ela estava com uma blusa branca que estava toda respingada de sangue, ela estava atraente demais. Ela retirou primeiro a blusa me dando a total visão dos s***s durinhos e gostosos dela. Quando a calça também foi ao chão eu vi melhor cada detalhe do corpo dela, pousando meu olhar na calcinha de renda e fio dental que ela estava usando, até parece que ela sabe quando vamos nos ver… Maquini Ele estava sentado na cerâmica do chão banheiro, como ele já estava pelado eu pude ver o p*u dele pulsar as veias enquanto estava com os olhos fixados em mim. Fui puxada para baixo e me sentei de frente pra ele, em cima dele. O chuveiro ligado evitava que escutasse qualquer barulho, além disso meus gemidos estavam bem baixos. Senti sua mão descer até a minha caicinha, enfiando dois dedos dentro para massagear meu c******s, dava pra sentir que eu estava muito excitada, com os dedos lubrificados ele enfiou os dois dedos dentro de mim, o gemidos foi espontâneo, coloquei a mão na boca tentando conter o barulho e ele então tirou minha mão. — Pode gemer o quanto quiser, ninguém vai nos ouvir. — Mas é estranho, eu não gosto de escândalos! – a barba dele passando pelo meu pescoço me deixa cada vez mais excitada por ele. Dei uma leve empinada e coloquei uma mão minha em cada ombro dele, ainda com os dois dedos dele dentro eu comecei a rebolar, sentindo o t***o tomar conta do meu corpo e ela tomando conta da minha alma. — Aaaahhh Sant, você ainda vai me enlouquecer com isso… — Essa é minha meta, te enlouquece de desejo e te fazer perder a noção da vida de tanto que você vai gozar. Vou fazer sua alma sair pela sua b****a todas as vezes que eu cair de boca em você, quero te fazer conhecer o bom da vida. — Sant… – Ela rebolava com vontade e desejo sentindo meu p*u em cima da sua i********e, com a penetração dos meus dedos dentro dela. Ela saiu de cima, retirou a calcinha e se ajoelhou na minha frente, se empinando o suficiente pra ficar de frente com a minha cabeça que não pensa. Ela levou o tronco deixando todo o corpo empinado, me deu um beijo de língua e quando desceu a cabeça eu senti roçar da boca dela na glande do meu p*u, por um momento esqueci da dor e segurei seus cabelos com força, mantendo a cabeça dela abaixada e sugando meu p*u. — c*****o. É bom que esteja preparada porque quando eu te pegar eu te juro que você vai ficar com cada toque meu marcado em seu corpo, gostosa. – Dei uma leve puxada no cabelo dela, quando tive os olhares dela fixo aos meus eu a puxei para um beijo. — Você, por que me fez parar? Eu já senti o gosto do mel, agora não tem mais volta. – Ela limpava os lábios com a ponta da língua sentando por cima novamente. — Eu quero te sentir dentro de mim, eu preciso disso Sant… – O pedido com o gemido rouco foi como um pedido de socorro e eu estou à total disposição para satisfazer essa mulher. Coloquei a calcinha dela de lado e entrei devagar dentro dela, ela estava lubrificada o suficiente para não sentir muita dor. — Aaaaahhhh. – Cada gemido dela em meu ouvido era como um convite para ir mais forte nela. Eu não me contive e entrei mais, dando leves estocadas, ouvindo ela chamar meu nome. Ela cavalgava em cima de mim e eu mantive as mãos fincadas em sua cintura, fazendo ela subir e descer com força, deixando a b****a dela toda preenchida com o meu p*u dentro dela, era uma sensação única e gostosa pra c*****o. — Aahh, eu vou… – Ela gozou rápido começou a sentar com mais força, tomando minha boca em beijos tão quentes quanto gostosos. — Isso, goza em pra mim, minha v***a gostosa do c*****o. Ela levou um pouco as duas pernas, segurou em meus ombros e começou a quicar com força e rapidez, aquilo foi o máximo que eu pude segurar pra não gozar. — Ahhh Maquini, não para, continua p***a… — Abre os olhos… – Quando os abrir a vi me olhando com um sorriso no rosto. — Eu gosto disso, os momentos com você são os meus melhores Santiago. — Acho que te conhecer foi a melhor coisa que aconteceu nos últimos anos. Maquini, agora que a sua amiga está morando com você, o que acha de viajar comigo domingo? Danira sempre se deu bem com a Kate, e voltaremos assim que a festa acabar. — Eu não sei Sant, não quero colocar tudo a perder com alguma atitude errada minha, sei que são família, mas eu não sei Santiago, não conheço ninguém e além disso não somos nada além de amigos. — Não é como amiga que eu te vejo, te tenho como uma mulher f**a na minha vida, que está me fazendo conhecer meu lado bom da vida. Quer ser minha namorada? – Sem rodeio eu fiz o pedido morrendo de medo da resposta. Ela saiu de cima de mim e me ajudou a levantar também, a encostei na parede colando nosso lábios novamente, mantendo seus braços presos contra a parede e tendo uma Maquini com o peito arfando me olhando. — Eu te perguntei se você quer ser minha namorada e você não me respondeu! — Você é matador de aluguel, Sant? — Quando você responder a minha pergunta eu te respondo. — Então você é? — Não, eu não sou, só faço justiça com as próprias mãos para pessoas que me paga, mas nenhum deles eram inocentes, alguns deles eram pessoas nojentas, e**********s ou coisa pior que isso… Eu te respondi, agora estou esperando minha resposta. — Por que faz isso? Mas… — Mas isso não quero dizer nada, eu não sou uma pessoa r**m por causa disso Maquini, eu jamais te machucaria de forma alguma, dou a minha vida por Danira assim como dou por você também! — Não fala isso que eu sou uma pessoa que pode te dar trabalho. — Mais que eu, duvido. — Vamos ver… Agora vamos tomar banho que eu preciso ir embora ainda hoje, ficou uma bagunça enorme lá em casa. — Vem jantar aqui hoje, o Kallil vai vim e tal namorado da Danira vem também, eu vou pegar você e a Kate às oito. — Tudo bem, acho que vai dar tempo o suficiente para que eu me arrume hoje. — Ótimo. – Ela me ajudou a tomar banho e depois que vesti a roupa ela fez um curativo e desceu as escadas, me deixando deitado enquanto sentia o remédio fazer efeito. Kate — Caraca que demora hein, a gente já estava ficando sem assunto aqui. — Hum… acho que sou muita nova pra ser titia agora hein Maquini, espero que estejam usando preservativo. — Relaxa Daira, eu também detesto choro de criança perto de mim. Agora temos que ir Kate, acho que a tarde rendeu conversas, depois vocês conversam mais. — Venham jantar aqui hoje, aposto que Santiago vai ficar feliz com vocês duas aqui hoje. — Ele vai nos pegar às oito. – Maquini me puxa para irmos. Danira me dá um último abraço da tarde e nos acompanha até a porta. Danira Foram embora e o filho do filho da p**a do Julius não veio, liguei e disse que já estava tudo bem. Quando entrei no quarto, Sant mandou ligar para Kallil e com certeza eu vou trazer o Samuel também. Tina está viajando e aquele dia que não fala comigo nem por mensagens, também não será eu quem vai insistir nisso. — Vamos jantar aqui mesmo? — Não, isso aqui não tem o clima que eu preciso hoje. — Está gostando dela pra valer mesmo? — Eu tive coragem e pedi ela em namoro hoje, e adivinha? Ela aceitou e agora eu tenho uma namorada f**a Danira. – É, agora eu posso ficar mais sossegada, gracias.
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