Capítulo 44

1097 Palavras

Bin narrando Eu sempre entrei na casa do Grego como se fosse minha. Sem bater, sem pedir licença, sem precisar ser anunciado. Mas, dessa vez, mesmo com o costume, foi diferente. Porque a cena que eu vi quando botei o pé dentro da sala me parou. Isabela tava sentada no chão, cercada de cadernos, computador. Era uma bagunça organizada, viva, pulsante, cheia de propósito. E no meio daquilo tudo… ela. De coque alto, sem maquiagem, com a roupa amassada, mas com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto nela antes. Um brilho que dizia: isso aqui é meu. E, por mais que aquela visão tivesse me enchido de orgulho, nada superou o balde de água fria que ela jogou em mim com as palavras. Eu entendo o lado dela. De verdade. Ela tá começando a vida dela agora, tá reestruturando tudo, buscando p

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