Capítulo 38

1341 Palavras

Bin narrando — Que grávida, mano? Tá maluca? — soltei na hora, com o coração já batendo forte no peito. — Se tu tá grávida de mim, não é. Sempre te comi de camisinha, Renata. Sempre. Que p***a é essa? Ela me olhou como se eu tivesse cuspido veneno. Mas eu tava cuspindo verdade. Dura, seca, crua. — Se tiver grávida, é de outro. Porque eu nunca te comi no pelo. Nunca. Eu nunca dei esse mole de fuder sem camisinha, não importa se foi uma, duas ou dez vezes. Eu tenho cara de o****o agora pra tu, é isso? Tenho cara de babaca? Ela respirou fundo, mas manteve aquele ar de segurança, aquele tom firme que começou a me deixar inquieto. Estendeu o teste de gravidez pra mim de novo, como se aquele pedaço de plástico fosse prova suficiente pra tentar me prender. — O teste tá aqui. Tô grávida. E

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