Eu não sou criança

967 Palavras
~~CAPÍTULO 2~~ BAILEY ROSS Levantei rapidamente do chão e corri seguindo os passos da Emily, eu sabia que não deveria contar nada a ela. Ela é explosiva, temperamental, não sabe lidar com suas emoções, para ela é tudo ou nada. Quando chegamos no estacionamento, eu vi minha irmã batendo com tanta força Jonathan, ele caiu no chão ensopado de sangue. Merda, avô Victor ficaria tão orgulhoso dela, e irritado, por ela praticar para bater em pessoas e não se defender. — Chloe.. Eu disse chamando sua atenção, como se ela me ouvisse, eu pensei. — Eles estavam o tempo todo na nossa casa, comendo a comida que a minha mãe preparava, enquanto fazia bully com você. Ela deu um chute na barriga do Gabriel. — Caralhos do raio da merda, eles não são tão valentes? Chloe segurou os cabelos da minha ex amiga e arrastou-a, eu jurava que seus cabelos iam cair de tanta força que Chloe usava sobre ela, quanto mais ela gritava, excitada Chloe ficava. Ela soltou seus cabelos e caminhou para o loiro, ele era menos mau comigo, e tenho a certeza que, minha irmã não vai pegar leve com ele. — Não é mais divertido? Porque não estão rindo? Era engraçado quando era com minha irmã. Ela chutou as bolas dele que automaticamente lançou um grito estremecedor. Estava tão chocada com atitude de Chloe que não notei Matteo se aproximar. — Desligam esses malditos telefones. Muito menos que as pessoas em nossa volta estavam gravando essa briga do estacionamento. Matteo mostrou a arma para os estudantes que estava em volta, quando viram a arma, eles guardaram rapidamente seus telefones nos bolsos. — Seu i****a. Um chute. — Miserável. Um chute. — Vagabundo. Um chute. — e******o. Um chute. Chloe sorriu para me enquanto sua língua beijava seus lábios, Jonathan estava agonizando de dor no chão com outros meus ex amigos. — Eles nunca mais vão te incomodar, maninha. Ela sorriu satisfeita com o resultado. — Se alguém comentar o que aconteceu aqui, eu vou aparecer nas suas casas no meio da noite para uma brincadeira interessante. Ela ameaçou a todos que estavam em volta assistindo, eles estavam mais apavorados que eu. Não acredito que ela, deu uma surra em 3 homens do dobro e 3 meninas no meio do estacionamento escolar e ameaçou a faculdade toda. Estou me sentindo uma colegial com cheiro de problemas. — Não fique aí parada, eu estou com fome. Ela gritou tirando do estado mórbido que me encontrava, destravai as portas do meu carro e permiti que elas entrem, olhei pela última vez para eles, p***a, eles vão precisar de um médico com urgência. Chloe devorou dois hambúrgueres grandes, eu puxei o prato de salada entregando-a, fez cara feia, mas, comeu sem reclamar, pediu água e doce de leite como sobremesa. Como eu sabia que, Chloe não queria fazer compras, nós fomos assistir uma peça teatral e passamos para deixar Emily em casa antes de irmos para casa. — Nós vamos conversar. Mamãe disse assim que nós colocamos os pés para dentro de casa. — Eu não fiz nada de errado. Chloe afirmou não interessada em se justificar, jogando sua bolsa de mão no sofá da sala principal, ela cruzou os braços esperando ouvir mais um sermão dos muitos que ela não gosta de ouvir. — Chloe, você bateu em 6 pessoas. Mamãe tirando seus óculos de vista e exibindo seus olhos azuis cristalinos. — Bati, faria de novo e de novo, aqueles idiotas merecia a surra, são bando de vagabundos escrotos. — A culpa é minha mãe. Eu disse surpreendendo mamãe. — Bailey, você não precisa justificar. Chloe olhou para mim. Sim, nós não precisamos nos justificar, porém esse assunto terminará ela de castigo se não contarmos o motivo que levou ela a bater naqueles idiotas. — Do que ela está falando? Papai questionou surgindo atrás de nós. Suspirei fundo antes de dizer: — Eu não contei, eles fizeram bully comigo, por isso que Chloe foi até a faculdade dar uma surra, porque eu contei a ela o que eles fizeram comigo. Bom, uma parte do que eles fizeram comigo. Chloe é bem grandinha para entender as coisas sem muitas explicações. — Porque não nos contou? Mamãe olhou-me em choque, não é essa educação que eles nos proporcionaram, entretanto, não posso controlar o que os outros falam sobre mim. — Para não ficarem furiosos. Eu me justifiquei. — Nós não estamos furiosos, Bailey, estamos preocupados. Dei os ombros e mamãe revirou os olhos. — Agora eu posso tomar banho? Estou fedendo. Chloe questionou fugindo da conversa. — Ainda não terminei. — Mãe, eu não vou ficar de castigo por causa deles. — Imagine se a faculdade souber do seu recente escândalo. A faculdade, ela está concorrendo para uma bolsa de estudos, ela precisa de uma ficha limpa antes de ingressar. — Ninguém irá saber, eu ameacei alguns alunos. — Eu falhei como mãe, não é possível. Mamãe jogou as mãos para suas ancas, desesperada, ela nunca ameaçaria as pessoas, bom, ela nunca teve motivo. — Você não falhou como mãe, eu sou assim, desmiolada, livre como um pombo, agora que terminamos de esclarecer as coisas eu posso subir? Mamãe suspirou antes de assentir e liberar, quando eu ia seguir pelo mesmo caminho. — Você fica. Mamãe disse, e foi a minha vez de revirar os olhos, eu não fiz nada. — Mãe. — Nós sempre conversamos Bailey, porque está escondendo as coisas? Eu permaneci em silencio por alguns segundos, não sou criança, eles não precisavam saber de tudo sobre mim. — Não sou uma criança. — Bailey, bully é um assunto sério, foi por isso que ficou mais fechada, mais focada nos estudos. — Eu não quero falar disso, Chloe já deu uma surra neles, problemas resolvidos
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