Fogo cruzado

1315 Palavras

Pantera narrando O bagulho virou o inferno em dois segundo. Assim que o primeiro tiro cantou, eu já puxei a Ayla pro meu peito, abaixando ela atrás duma pilastra quebrada. A menina tremia, mas ainda segurava a maleta médica como se fosse escudo. Corajosa demais pra esse mundo. — Fica abaixadinha, ruivinha… pelo amor de Deus. — rosnei no ouvido dela. Nem sei se falei com raiva ou medo. Talvez os dois. Porque, vendo ela no meio do fogo cruzado… Eu juro que senti meu coração subir pra garganta. Os Lobo já tavam berrando, correndo, atirando pra tudo quanto é lado. Meus homem? Zero. Eu tava sozinho ali. Sozinho… e mesmo assim fui. Por ela. O dono da Serra veio avançando na minha direção com aquele peito estufado, achando que ia me intimidar. — Pantera, tu é doido de invadir meu ter

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