Capítulo 3

1011 Palavras
— Ei meninas, lembrem que estou aqui também. — Nós sabemos. — As duas respondem juntas e fomos para uma sorveteria, nos sentamos na mesa e fizemos nossos pedidos que não demorou para chegar. — Tia Ayla, você é a namorada do meu irmão? — Sim — Eba— ela comemora — Eu gostei mais de você do que a outra dele, ela não gostava de mim e fez ele chorar. — Penélope termina de falar e eu sinto o olhar de Ayla queimando em mim, como essa menina pode lembrar disso se ela era bem pequena? — Vamos conversar do presente Penélope, não do passado. — Tudo bem. — Ela volta a comer seu sorvete. — Você vai me contar sobre isso? — Ayla pergunta baixinho no meu ouvido — Sim, depois, tudo bem? — Claro. Dou um sorriso para ela e terminamos nosso sorvete e fomos para os brinquedos, onde Penélope se divertiu bastante e ganhou presentes de Ayla e um urso grande rosa no joguinho de tiro ao alvo. — Eu também quero um, Sunshine. — Claro. Vamos ver se eu ainda sou bom de mira. — Falo entregando a ficha para o dono da barraquinha e pego a mini arma e miro no balão que eu tinha que derrubar e acabo errando fazendo as duas gargalhar alto. — Vamos, Viny. Você consegue. — Vamos, Sunshine! Eu quero o urso também. — Calma aí, vocês estão colocando muita pressão em cima de mim. — Se concentra, vamos ficar aqui quietinhas. — Ótimo. — Miro mais uma vez no meu objetivo e dessa vez e acerto, para a felicidade das duas. Ayla escolhe o urso lilás e grande e me dá para levar os dois pro carro enquanto elas vão para a máquina de fotografia. Chego no carro, coloco os ursos no banco de trás e quando me viro para continuar andando vejo Patrick. — Vincenzo? O que faz aqui? — O mesmo que você, eu acho. — Digo sorrindo e procurando Ayla e minha irmã com o olhar — Já que estamos aqui, o que acha de jogarmos um pouco de bola? Os outros estão no campinho, eu vim buscar a bola no carro — fala ele — Eu vou deixar passar dessa vez, ando acompanhado — Olha ele, não me diga que já está com outra ficante? Quero ver quando você vai tomar jeito e arrumar alguém para o futuro. — Não é ficante, eu agora estou…— Antes de terminar de falar escuto a voz da minha irmã gritando por mim e quando olho para ela as duas acena para mim e eu retribuo. — Seu filho de uma boa mãe, por que não me disse que já tinha cumprido a aposta? — Não é nada disso que você está pensando, Patrick. Eu tenho que ir agora, mas depois eu vou te ligar, precisamos conversar e esclarecer algumas coisas. — Falo sério e sai indo em direção às meninas que me aguardavam, sem esperar resposta do meu amigo. — Você demorou, Viny. — Não demorei não, só estava falando com o Patrick, para onde vamos agora? — Vamos procurar um lugar para almoçar. A Penélope já está com fome não é, princesa? — Sim. — Ela fala colocando as mãos na barriga — Certo, então vamos. Eu conheço um lugar que tem uma comida maravilhosa, tenho certeza de que vocês irão gostar. O que vocês querem comer? — Eu quero comer sushi. — Penélope fala me fazendo revirar os olhos. Sempre que saímos para almoçar fora, ela pede comida japonesa ou coreana, mais sempre tem que ter o bendito sushi, nada contra, mas eu não gosto. — E você, Moonlight? — Hum... Acho que vou querer sushi também e uma massa italiana. — Misericórdia! Vocês só comem comidas estranhas, pensei em irmos em um restaurante aqui perto que serviam comidas brasileira com um maravilhoso espetinho, mas, desse jeito vamos ter que mudar os planos. — Desculpa, meu amor — Sorry Viny, agora vamos que queremos comer sushi. — Penélope fala e sai me puxando para o restaurante que ela já conhece, pego na mão de Ayla e fomos para o restaurante. Chegamos, nos sentamos e fomos atendidos, e enquanto Alya e Penélope comiam o sushi eu me deliciava com um maravilhoso pedaço de lasanha com uma taça de vinho branco. Ayla Chego à casa me sentindo muito bem e feliz, eu gostei muito de passar o dia com Penélope. Ela é uma criança muito adorável. Subo para o meu quarto, tiro minha roupa e tomo banho e depois visto uma roupa confortável. Como jantei com os dois irmãos não preciso me preocupar com isso. Acabo ficando no quarto mesmo, pego o notebook, me deito na cama e entro em minhas redes sociais e fico conversando com minhas amigas. Quando dei por mim, já passava de uma da madrugada. Guardo meu aparelho e apago a luz do abajur e durmo logo em seguida. No outro dia acordo bem cedo, levanto-me da cama, faço minha higiene matinal depois coloco uma a roupa que ia para o trabalho hoje e vou para o andar de baixo. Faço meu café da manhã, que foram duas torradas com requeijão e um pouco de capuccino. Sento-me na mesa e quando termino, pego minha bolsa com meus pertences e a chave do carro. Saio de casa, entro no carro e dou partida para a empresa. Eu entrei em contato com um senhor chamado Lourenço, um amigo do meu pai desde a adolescência, e marquei um almoço com ele para ver se descubro se teve algum m*l-entendido para que o papai fique do lado do Paulo, o cara que está levando a empresa para o buraco. Assim que cheguei lá estacionei o carro na minha vaga reservada com o nome de vice-presidente e sigo para dentro do edifício. Cumprimento alguns funcionários e sigo para minha sala, e não demora muito minha secretária bateu à porta e entrou logo em seguida. — Bom dia, senhorita Campos. — Bom dia, Myrian. O que tenho para hoje?.
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