Pré-visualização gratuita A Vingança
A principal coisa que Luíza aprendeu com sua mãe foi ter paciência e esperar o
momento certo de agir, e isso Luíza conseguiu levar pra sua vida. Hoje, aos 24 anos,
essa morena linda e estudiosa tem um relacionamento tranquilo com Carlos, o seu
namorado. Eles estão juntos há 2 anos.
Nada que Carlos tinha feito, até então, seria motivo para terminar aquele morno
relacionamento. O sexo entre os dois não era a melhor coisa do mundo, mas eles
formavam um casal bonito, o que sempre gerava elogios de parentes de ambos os
lados… Exceto a mãe da Luíza, que dizia: “temos que casar por amor, filha, pois
momentos ruins vão aparecer e só amando muito o casal supera esses momentos”.
Mas, apesar de o amor ainda não ser “aquela” coisa, Luíza tinha esperanças, até
aquela viajem…
O casal já tinha combinado há meses uma viagem para o interior de SP, para a
jovem conhecer melhor a família de seu futuro esposo, já que pensavam em breve em
se casar.
Porém, há poucas horas de irem para rodoviária pegar o ônibus para cidadezinha
de Carlos, Luíza resolve procurar no computador do namorado fotos da família dele
pra enviar pra sua mãe e, sem querer, acaba encontrando uma foto de uma linda
moça, loira, com várias tatuagens e bem diferente do tipo de mulher por quem ela
achava que o seu namorado poderia se sentir atraído.
Aquilo ativou sua curiosidade e ela continuou revirando arquivos no computador
do rapaz até encontrar uma mensagem: “Relaxa, amor, tô indo neste final de semana
para aí, a Luíza acha que vamos pra ela conhecer melhor a minha família, mas
enquanto ela fica com eles, eu fujo pra passar o final de semana com você. Já
combinei de ir pescar com meu primo, ele tá fechado comigo. Você sabe que minha
família um dia vai ter que te aceitar. Até lá vamos continuar assim!”
Aquilo acabou com a Luíza, até mesmo ela, que era a pessoa mais calma do
mundo, quis explodir. Na hora ela correu para o banheiro, chorou, vomitou, pensou
em matar alguém, mas lembrou os ensinamentos da sua mãe, e fingiu estar tudo bem
até o momento certo.
A hora da viajem chegou, e teria horas e horas de duração. Eles iam passar a
madrugada inteira dentro de um ônibus, onde entraram, sem a Luíza deixar o Carlos
desconfiar que sua máscara tinha caído.
Então começou a viagem, logo o Carlos lhe deu um beijo, virou-se para a janela e
foi dormir. O ônibus estava meio vazio por ser uma época fora de temporada, mas
ainda entravam passageiros ao longo do caminho, umas duas horas após a partida.
Entra no ônibus um homem aparentando uns 45 anos, branco, cabelos grisalhos,
com uma barba bonita e sexy, além de corpo e olhar atraentes. Ao passar pela Luíza,
os dois trocam olhares, ao que ela imediatamente se culpou, pensando consigo:
“Nossa, sou quase noiva e estou paquerando estranhos…”, mas antes de acabar seu
raciocínio, ela lembra da traição do Carlos, fica pensativa por uns segundos, em
seguida olha pra trás em busca do tal homem, e o encontra. Ela leva um susto pelo
fato de o cara já estar olhando pra ela, sentado a duas poltronas atrás. Aquele olhar a
deixa sem graça, e ela volta a olhar pra frente, mas não resiste e segundos depois
torna a olhá-lo, ao que ocorrem mais algumas trocas de olhares.
Luíza gosta da brincadeira, mas a princípio pensa só ser uma brincadeira, até que
sua mente volta a pensar na traição do namorado, então sem culpa ela volta a encarar
o coroa, até que ela resolve ir um pouco além.
Então ela se levanta, passa lentamente pelo cara sem olhar, rebolando ao máximo
aquele seu lindo corpo. O cara não tira os olhos dela, e ela empinando o r**o, passa
bem devagar, e ele vira pra continuar admirando-a. Ela vai ao banheiro do ônibus, ao
entrar dá uma última olhadinha, o cara dá um sorriso safado e ela gosta, mas continua
séria. Ela entra e fica sentada pensando e rindo, “se eu fosse solteira eu pegava esse
coroa aqui mesmo”(…) “peraê..., eu sou solteira”… ela começa a rir sozinha, mas
no fundo ela sabe que não tem essa coragem, mesmo sabendo da traição do Carlos,
então rindo sozinha, ela sai do banheiro e leva um susto, ao notar que o tal homem
está perto da porta. Ela para, olha em seus olhos, ele ainda com cara de safado. Então
jogando um caminhão de charme, ela pede lhe licença, vira as costas pra ele e começa
a passar se esfregando no cara, ele fica parado sentindo aquele corpo delicioso roçar
lentamente nele, sente o cheiro do cabelo dela… Ela provoca, passa quase parando,
roçando as costas e a b***a nele, que então respira fundo e puxa o braço dela, que
vira assustada, e ele a beija, forte, gostoso… Ela não resiste! Deixa rolar um pouco
mais da brincadeira, com o ônibus meio vazio, a parte do fundo não tinha ninguém,
então aquele gostoso beijo não teve plateia, ela gostou do beijo dele. Exigente, ela
sempre abortou maus beijos, mas daquele ela estava gostando… Gostando da boca,
da língua, a barba bem cuidada, tudo naquele homem estava bom pra ela. Até a
pegada meio rude a deixava com sua calcinha úmida, até ela sentir algo crescer nele,
sentiu que o pênis dele estava endurecendo e ela se assustou, parou e saiu dali. Ele a
chamou bem baixinho, mas ela sorrindo e sem olhar pra trás, correu para a sua
poltrona, sentou ao lado do Carlos, pensou sobre o acontecido com um sorriso na
cara, então olhou para o Carlos, quando novamente do nada aquele momento da
descoberta da traição voltou a ser sentido por ela, que fecha o sorriso enquanto olha
pro traidor dormindo, daí pensa: “ou eu cato esse coroa ou mato o Carlos!!!”
Ela fica uns segundos pensando e toma uma atitude, levanta e olhando com cara
de safada para o cara barbudo, vai ao banheiro novamente, e o cara no mesmo
instante também se levanta e decide segui-la. Luíza nota ele andando atrás dela, ao
ouvir a respiração já ofegante do homem.
Chegando ao fundo do ônibus, ela vira e ele já chega lhe beijando. Agora ela não
tem mais medo e nem dúvida, se entrega totalmente ao t***o do momento. Aquele
homem despertou algo nela que o Carlos jamais conseguira fazer. Ela não sabe ao
certo se era a sensação de perigo ou aquele estranho grisalho que estava provocando
nela com um t***o incontrolável. Suas bocas novamente estão grudadas e suas
línguas se enroscam. Uma mão daquele homem logo aperta leve a sua cintura,
enquanto a outra segura firme, mas sem machucar, a nuca dela. Ela não lembra
quando teve tanto t***o em um simples beijo, o barbudo tira a mão da cintura dela e
vai subindo alisando sua barriga, ela está com uma blusinha e uma jaqueta por cima,
a mão dele entra devagar por baixo da tal blusinha e sem pedir permissão chega em
seu seio direito, e ela delira, adora aquilo, e aquela mão alisa e aperta aquele seio. O
biquinho do seio sente os dedos do grisalho deslisarem nele, que já está durinho há
algum tempo, ela ama aquilo. Então ele levanta lentamente a sua blusa enquanto suas
bocas ainda estão grudadas, ele para de beijá-la e olha rapidamente em seus olhos, e
sem uma palavra dita ele abaixa a cabeça e leva sua boca aos s***s da Luíza, que
espiona rapidamente em direção ao corredor escuro daquele quase vazio ônibus e, por
não ver ninguém observando, ela relaxa e sente aqueles lábios, língua e barba
percorrerem deliciosamente em seus s***s. Ela inclina levemente a sua cabeça para
trás e fecha os olhos enquanto o estranho chupa, mama, acaricia os seus s***s. Ela
delira! Não lembra de os seus s***s terem sido tão bem tratados. Aquilo faz suas
pernas tremerem, sua boca soltar gemidos involuntários e sua b*******a ter vida
própria.
Ela está loucamente excitada com tudo aquilo, e deixa aquele homem quase levála
à loucura com a boca, até que o empurra levemente um pouco e diz: “Para!”.
Então, com olhos fixos e provocantes para aquele homem, ela coloca a mão em sua
própria calça, mordendo os lábios, ela vai baixando a sua calça jeans junto com sua
molhada calcinha. Ele também faz o mesmo com sua calça e os dois ficam seminus
ao mesmo tempo. Então mais uma vez sem dizer uma palavra, ela vira de costas pra
ele e se apoia na porta do banheiro no fundo escuro daquele ônibus. Ele entende o
recado e, segurando o seu pênis, que está duro como uma rocha há algum tempo, ele
o coloca na entradinha daquela xaninha molhada.
Ela solta uma gemidinho, ao sentir a cabeça grossa daquela rola roçando a sua
bucetinha, ele deslisa aquela cabeça enorme na portinha da xoxota dela, só pra ela
sentir o que lhe espera, e ela não mexe um dedo, fica ali esperando aquele grosso pau
invadir a sua b****a. Então, lentamente, ele enfia seu c****e, duro, grosso, quente e
pulsante, na xaninha delicada e molhada de Luíza, que solta um grito louco e leva as
mãos a boca para tentar abafar, mas não sai dali, aquele c****e logo invade toda a sua
xoxota e ela continua gemendo baixinho com a mão na boca, ele passa a sua grossa
mão nas nádegas dela, e ela ama tudo aquilo.
Em seguida, ele cola a boca em seu ouvido e solta um: “empina”. Ela não discute
a ordem, apenas obedece e empina a sua linda b***a ao máximo. Ele então começa a
colocar e tirar seu p*u naquela xoxota e ela não aguenta de tanto t***o. Geme,
empina, delira, enquanto o grisalho bota sua grande rola sem dó naquela b****a.
Parecia que todos no ônibus estavam dormindo, inclusive o Carlos. Assim, ninguém
ouvia os abafados gemidos dela e o barulho do sexo no fundo daquele ônibus. Ele
puxava o cabelo dela e ela, com a cabeça um pouco pra trás, sentia todo aquele pau
entrando, e gemia, gemia muito. Nunca imaginou fazer aquilo, nunca sentiu tanto
prazer. A cada estocada daquele p*u dentro da sua b*******a, ela sentia uma louca
sensação e seus involuntários gemidos saiam mais alto. Ela já tinha tacado um “f**a-se”
há muito tempo, então parou de se controlar, se soltou, empinou ao máximo
aquele r**o, para aquele c****e entrar sem problemas, tirou a mão da boca para se
apoiar com as duas mãos na porta do banheiro e soltou um último gemido, gozando
intensamente naquela rola, gozou como nunca, gozou naquele desconhecido c****e,
naquele escuro ônibus. Suas pernas não paravam de tremer, por isso deixou o homem
sozinho, em pé na porta do banheiro, e se jogou na poltrona mais próxima, tremendo
ainda, no maior orgasmo da sua vida. Orgasmo que nem seu dedo e muito menos o
Carlos conseguiram lhe oferecer.
O estranho só observou enquanto ela ainda estava em pleno transe jogada na
poltrona. Ela precisava daquilo, e como precisava, ela merecia!!! Assim ela pensou,
aos poucos a tremedeira e as suas pernas voltaram a ser obedecidas por ela, então,
com sorriso na cara e toda descabelada, ela olhou para a poltrona do lado, e o homem
grisalho ainda estava ali, também sorrindo, os dois deram uma risada louca, se
olharam algum tempo, sem palavras, e cada um voltou depois pro seu lugar. Ela ainda
ficou acordada pensando naquela deliciosa loucura que acabara de fazer, mas o
cansaço tomou conta dela e ela logo dormiu sorrindo. Quando acordou, o ônibus já
tinha chegado à cidadezinha da família do Carlos, que a acordou dizendo que haviam
chegado. Nesse momento que ela olhou para a poltrona de trás, à procura do estranho,
mas ele já tinha descido do ônibus.
Então Carlos e Luíza foram pra casa dos pais dele, onde ela foi apresentada a
todos que ainda não conhecia, almoçou, e logo o Carlos disse que ia pra tal pescaria.
Ela sabia pra onde ele ia, mas não ligava mais. Após sua saída, o pai dele chegou à
cozinha dizendo à Luíza: “Acabou de chegar o meu irmão mais novo, o tio do
Carlos, só falta este para você conhecer”. Enquanto ela estava sentada à mesa da
cozinha, entrou o tal tio, e o pai do Carlos apresentou os dois, que sorrindo disseram
quase ao mesmo tempo: “prazer em te conhecer”. Então ela estendeu a mão para o tio
do marido e disse: “obrigada pela noite maravilhosa” e o tio disse “agora eu sei seu
nome”.
Nunca Luíza imaginaria que o tal cara que a comeu lindamente dentro daquele
ônibus era, na verdade, tio do namorado dela. Mas ela gostou, e ficou tudo em
família.
FIM