94 - Duque

1164 Palavras

Duque Narrando Depois de quase três meses enjaulado naquele inferno de presídio, finalmente estava voltando pra casa. Duda dirigia sorrindo, com aquela leveza que só ela tem. Coloquei a mão na coxa dela, apertando com firmeza, que saudade da minha mulher, da minha casa, da minha madrinha, da minha vida. O celular dela estava conectado no carro, e do nada o nome do WL apareceu no painel. Ela atendeu, e ele já foi perguntando como tinha sido o julgamento. Duda me olhou com aquele brilho nos olhos e sorriu. Eu respondi: — Deu tudo certo, irmão. WL deu um grito que quase estourou o alto-falante do carro. — Filho da püta, Duque! Tu é maluco, carälho! Não era pra tu ter feito isso, mermão! Mas, que bom que tu tá livre, pörra! Sorri de canto, aquele sorriso de quem sabe que fez o que tinha

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