Duda Narrando Eu mäl conseguia reconhecer o rosto dele. Estava completamente deformado. O supercílio aberto, sangrando sem parar, a boca cortada, o maxilar inchado, hematomas se formando por todo o rosto. Ainda assim, ele não parava. Caminhava de um lado pro outro, o olhar em chamas, cuspindo raiva. — Aquele desgraçado do Dodô... — ele cuspiu, e o sangue escorreu pelo canto da boca. — Filho da püta! Covarde! Canalha! — Nobre, senta. Me deixa cuidar disso. — tentei me aproximar com a gaze na mão, mas ele afastou o rosto. — Ele vai pagar, Duda. Juro por Deus que vai pagar. Eu vou acabar com ele! Com aquele sorriso nojento dele, com aquele jeito de debochar de tudo! — Fica quieto. Você vai perder mais sangue assim. — murmurei, mesmo sabendo que ele não ia me ouvir. — Ele pensa que pode

