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Os Trigêmeos do CEO

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Sinopse

"Eu nunca te disse que rompi o noivado," suas palavras eram duras e ditas com uma voz fria, mas sua mão que subia e descia pelas minhas costas estava queimando minha pele, "Você sabia que não tinha feito isso e ainda assim seguiu em frente com isso."

Houve um silêncio, a verdade brutal foi dita. Ele sabia disso e eu não conseguia admitir. Mas ele estava certo, cada palavra que saía de sua boca era verdade.

"Admita, Rylee, você está apaixonada por mim."

***

Rylee Jordan agora está desempregada e sem teto depois de cancelar seu casamento no dia do casamento com seu namorado há 5 anos.

Ela agora está desesperada por um emprego.

Sebastian Reynolds é um CEO comum e insensível. Agora é viúvo, tem três filhos pequenos mimados e simplesmente não consegue lidar com a situação.

Quando Rylee encontra Sebastian, literalmente, e derrama café nele e Sebastian exige que ela pague por seu terno novo, mas não com dinheiro...

Cuidando de seus três filhos pequenos.

Com idas constantes à loja de brinquedos

e conversas noturnas sobre bebês e fraldas e MUITAS discussões. Rylee vê que há mais em Sebastian do que ele deixa transparecer.

Mas com uma criança que não suporta Rylee, um homem que afirma estar desesperadamente apaixonado por ela, um ex-noivo que não desiste sem lutar, um caso intrometido, uma noiva maluca e um monte de segredos não descobertos. .

Será que algum dia os dois se reunirão e cuidarão do trio do CEO?

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Capítulo 1
Foram momentos como esse que me fizeram pensar: 'É tarde demais para me tornar uma stripper?' Tudo que eu teria que fazer era dar algumas voltas em um poste e ganhar milhões, em vez de ter que ouvir a velha bruxa, a Sra. Johnston, discursando sobre os vizinhos desta casa que eu a levei para ver. Cada vez que ela falava, seu hálito vil enchia o ar, dificultando a respiração. —Er... Rylee Ifamshe?— Ela chamou, inclinando a cabeça para o lado e olhando para mim com desconfiança. —Na verdade é Rylee Jordan.— Eu a corrigi gentilmente, sorrindo calorosamente para ela. Deus, eu a odeio tanto. Maldito seja, Dennis! —Mas diz Rylee Ifamshe está aqui, então é assim que vou chamá-la.— Ela argumentou, soltando um suspiro, seu hálito fétido enchendo o ar enquanto ela fazia isso. Usei minha mão para cobrir meu nariz, enquanto fingia pensar. —Ifamshe é o sobrenome do meu namorado, deve haver um m*l-entendido, sou Rylee Jordan.— — repeti, torcendo o nariz por causa do cheiro desagradável. —Ifamshe, Jordan mesma diferença.— A Sra. Johnston revirou os olhos e começou a roer as unhas. —De qualquer forma—, eu disse, mudando de assunto, —Você está gostando da casa, ela atende todas as suas necessidades? Tem outra casa linda por perto, se você não gostar desta.— Eu divaguei. —É no campo?— ela perguntou energicamente, saltando ligeiramente para cima e para baixo, como uma criança no Natal. —Não, não havia casas lá em cima—, respondi monotonamente enquanto mordia o lábio, —Eu já te disse.— —Claro que não—, ela revirou os olhos e suspirou, —Malditos imigrantes.— Cada vez que ela falava, ela me dava vontade de pular de uma janela. Eu não odiava meu trabalho, não era o que eu pretendia, mas definitivamente não odiava. Eu simplesmente odiava as pessoas daqui, especialmente a Sra. Johnston. —Com licença?— Perguntei atrevidamente levantando uma sobrancelha. Como ela ousa? —Nada, eu não disse nada.— ela protestou, balançando a cabeça e se afastando de mim. 'Isso é o que eu pensei', era o que eu queria dizer, mas em vez disso tive que sorrir, acenar com a cabeça e agir como se estivesse tudo bem. A última vez que gritei com alguém, quase perdi meu emprego. A pior parte disso; Meus namorados, meu chefe. Ele me fez um longo discurso sobre como as regras também se aplicavam a mim, namorada ou não. —Vamos sair daqui? Posso te dar uma carona para casa.— Eu ofereci, grande erro. Ela balançou a cabeça ansiosamente e começou a arrumar suas coisas, por coisas quero dizer cigarros. Levei-a até meu Audi TT, que havia economizado durante meses para comprar. Para que um dia eu pudesse me afastar de todos aqui e nunca mais olhar para trás. —Cinco anos, na verdade.— Eu corrigi novamente. Era como se ela nunca tivesse ouvido, eu estava sempre corrigindo a velha bruxa. —Bem, aperte meu sapato e me chame de Stacy—, ela murmurou —Vocês deveriam ter se casado anos atrás.— Revirei os olhos com a opinião dela, quando liguei o carro e comecei a dirigir em direção à estrada principal. —Então, o que você achou da casa?— Eu questionei, enquanto esperava outro carro passar na frente. —Eu realmente não gostei da casa, mas quero dar uma olhada nas outras antes de decidir.— Ela me informou, abri minha janela deixando entrar ar fresco. —Sim, tudo bem—, concordei, mantendo meus olhos na estrada. —Seria 100% melhor se não fosse a cozinha e os vizinhos, que estragaram tudo para mim.— Ela reclinou a cadeira e eu gemi internamente. —Sim, mas você pode pintar por cima, e quem e o que o vizinho faz não é da sua conta.— Respondi severamente, entrando em uma estrada estreita: —Sra. Johnston, por acaso gostaria de uma bala?— Ela franziu as sobrancelhas em confusão, —Por que eu iria querer uma bala?— —Ah, não há razão—, mudei rapidamente de assunto e apontei para uma casa, —É esta?— —Nah, o próximo, olha, lá está o nosso Sammy.— Ela apontou para um garotinho que estava chutando uma bola com alguns outros meninos. Ela sorriu com orgulho. Eu esperava que um dia tivesse tanto orgulho do meu filho. Balancei a cabeça lentamente, olhando para o menino que fazia malabarismos com duas bolas. —Fanks pela carona, vejo vocês em breve, certo?— A Sra. Johnston saiu do carro e acenou. Eu a observei caminhar até sua casa. Então peguei meu perfume e borrifei o carro. —Tchau!— Eu gritei e fui embora. * * Dennis e eu dividíamos um apartamento em algum lugar seguro e muito agradável. Eu realmente não sabia se estava 100% apaixonada por ele como costumava ser. Quero dizer, tivemos muitas discussões. Mas como todo casal normal, nós resolvemos isso. Afinal, o que é um relacionamento sem argumentos? Metas. Pressionei minhas chaves no painel de segurança e os portões se abriram, dirigi o carro até a vaga normal de estacionamento e saí. —Olá.— Cumprimentei nossos vizinhos, Sr. e Sra. Pattison, e seu neto Dylan, de quem às vezes cuidava enquanto eles saíam para jogar bingo. —Olá Rylee.— Sra. Pattinson cumprimentou mancando até mim. —Dennis está por aí?— Ela perguntou. —Não, por quê? Você tem uma mensagem para ele?— Perguntei. —Oh não!— ela riu segurando a mão de Dylan, —Ele disse que iria consertar um buraco na parede por onde os ratos estão vindo, mas ele nunca chegou a fazer isso.— —Eu tenho alguns preenchimentos que posso preencher para você.— Eu sugeri. —Você faria?— Ela perguntou ansiosamente. —Sim, eu não me importo.— Sorri calorosamente para a velha senhora. —Quarta-feira da próxima semana está bem para você?— ela perguntou. —Perfeito.— Eu sorri. —Oh, obrigada Rylee, você é uma boneca—, a Sra. Pattinson sorriu. — —Tchau, Sra. Pattinson!— Eu chamei, acenando para a senhora: —Tenha um ótimo dia.— —Você também ama.— ela acenou, enquanto sorria amplamente para mim. Virei-me para trancar a porta do carro quando senti uma mão na minha barriga. —Tchau, Sra. Pattinson, tenha um ótimo dia.— Ele imitou em meu ouvido, mais uma vez causando arrepios na minha espinha. Ele é meu namorado Dennis há cinco anos. —Ah, é só você.— Soltei um suspiro de alívio, virando-me para encará-lo.

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